Cancro terminal leva paciente a partilhar fotos dos últimos dias de vida [vídeo]

Amy decidiu partilhar imagens dos últimos dias de vida para mostrar a dura realidade do cancro.

Cancro terminal leva paciente a partilhar fotos dos últimos dias de vida [vídeo]

Amy decidiu partilhar imagens dos últimos dias de vida para mostrar a dura realidade do cancro.

Uma mulher de 28 anos decidiu enfrentar o cancro de forma positiva ao saber que tinha pouco tempo de vida. Amy Redhead, de West Midlands, em Inglaterra, tinha fortes dores abdominais. Porém, só foi enviada para testes depois de ter descoberto um nódulo no estômago. Foi a partir desses testes que descobriu que tinha um cancro agressivo que se espalhou pelo fígado.

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Sabia que tinha meses de vida e quis alertar o mundo para o problema do cancro

Depois de ter descoberto que tinha apenas alguns meses de vida, Amy decidiu que queria registar os últimos dias para alertar o resto do mundo para a terrível doença. Posteriormente, recebeu notícias ainda piores. Os médicos alertaram-na de que tinha ainda menos tempo do que pensaram inicialmente. Continua a ser tratada, mas agora numa unidade de saúde mental. Tudo por ter recusado tratamentos de quimioterapia. Amy queria prolongar a vida e viver os últimos dias com o máximo de saúde possível.

«Amy é tão teimosa que não foi surpresa ter recusado quimioterapia»

A irmã, Emily, de 22 anos, explicou que «Amy é tão teimosa que não foi surpresa ter recusado quimioterapia». Os médicos «já nos disseram que só nos daria mais tempo». O objetivo de Amy era mostrar, nas redes sociais, como é a jornada de um doente de cancro terminal. No entanto, nesta fase da doença, a jovem já não o consegue fazer sozinha. E por isso têm sido os familiares a fazê-lo por ela.

Partilhou sua história nas redes sociais ao longo da sua provação

«Amy partilhou sua história nas redes sociais ao longo da sua provação, mas agora ela não está bem o suficiente para o fazer, estamos a fazer isto por ela», disse a irmã. «Estamos a partilhar as fotos dela no hospício nos últimos dias para mostrar aos outros o impacto físico que o cancro intestinal tem no corpo. Estamos tão orgulhosos da luta dela nos últimos meses! Tem sido tão corajosa! Mas já disse que está pronta para morrer e que já não está a sofrer.» Amy preparou o próprio funeral e até criou uma caixa de memória para aliviar a dor da sua família quando morrer.

Diagnosticada com inflamação do revestimento interno do intestino

A jovem foi diagnosticada com colite – inflamação do revestimento interno do intestino – a partir dos 11 anos de idade. Foi advertida de que teria maior risco de desenvolver cancro no intestino. «Amy estava bem. Ia ao ginásio apenas algumas semanas antes de ser diagnosticada. Não sabemos se ela primeiro culpou os sintomas ou a colite. Mas queremos que as pessoas estejam conscientes de quaisquer alterações, para consultarem logo o médico.»

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