Menina de 2 anos foi espancada e asfixiada por dois menores

Menina de 2 anos foi espancada e asfixiada por dois menores. Criança não sobreviveu e a mãe está destroçada com a trágica morte da sua filha única.

Menina de 2 anos foi espancada e asfixiada por dois menores

Menina de 2 anos foi espancada e asfixiada por dois menores. Criança não sobreviveu e a mãe está destroçada com a trágica morte da sua filha única.

Uma menina de 2 anos foi espancada e asfixiada por dois menores. A criança não sobreviveu. Mirta del Carmen Ortega, mãe de Milagros Belizán, está destroçada com a trágica morte da sua filha única, de apenas dois anos, assassinada na Argentina.

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Dois rapazes, de seis e de nove anos, espancaram a menina e asfixiaram-na até à morte. Milagros sofreu primeiro vários golpes na cabeça e foi posteriormente pendurada numa parede, onde foi espancada com tábuas de madeira.

Depois das agressões violentas, os menores asfixiaram a vítima. Numa fase inicial da investigação, um homem foi acusado do crime. Contudo, a polícia acabou por descobrir, com o testemunho de um vizinho, que o crime macabro era da responsabilidade de dois menores.

Os psicólogos que avaliaram os agressores descreveram-nos como «frios e sociopatas», que «sentiram prazer em assassinar a criança», que foi espancada e asfixiada

A testemunha disse às autoridades policiais ter visto as crianças na companhia da menina na rua, que empurravam com paus. Os agressores, irmãos, terão encaminhado a vítima para uma casa devoluta, onde ocorreu o crime.

Os rapazes, oriundos de uma família disfuncional, foram abandonados pelo pai e viviam com uma mãe abusiva, que lhes batia quase diariamente, com as mesmas tábuas usadas no crime.

Quando questionados pela polícia, os irmãos culparam-se um ao outro, com frieza e sem mostrar remorsos. A equipa de psicólogos que os avaliou descreveu-os como «frios e sociopatas», que «sentiram prazer em assassinar a criança».

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Contudo, os investigadores acreditam que «o sadismo manifestado tem origem na conduta aprendida em casa dos pais». Os assassinos foram colocados numa instituição, onde deverão permanecer até completarem 18 anos ou se se manifestarem capazes de viver em sociedade.

A população está revoltada com o desfecho do caso e tem pedido alterações à Lei, cuja punição para menores é «demasiado branda». A mãe de Milagros não acredita que os menores «se curem» e tem apelado para um «encarceramento para a vida».

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