Homem filmado a dançar… com jacaré [vídeo]

Na Flórida, um vídeo que já se tornou viral nas redes sociais mostra um homem a dançar com um jacaré com mais de dois metros.

Homem filmado a dançar… com jacaré [vídeo]

Na Flórida, um vídeo que já se tornou viral nas redes sociais mostra um homem a dançar com um jacaré com mais de dois metros.

Na Flórida, um vídeo que já se tornou viral nas redes sociais mostra um homem – que é tratador num centro de reabilitação – a dançar com um jacaré com mais de dois metros. Poderia pensar-se que se tratava de um ou até mesmo que estaria morto, mas a verdade é que não. É mesmo real! Um segundo vídeo mostra o profissional a pegar no animal ao colo e a transportá-lo até ao lago.

Dinossauro encontrado dentro de crocodilo

A análise de um fóssil descobriu que um crocodilo comeu um dinossauro como última refeição, tendo morrido logo de seguida. O animal viveu há 95 milhões de anos e prendeu a presa com as mandíbulas, engolindo-a de uma só vez. No estômago do crocodilo de 2,5 metros de comprimento, os cientistas identificaram os restos parcialmente digeridos de um jovem ornitópode, herbívoro na maioria das vezes bípede e com bico de pato. Este é o primeiro indício de um crocodilo ter atacado dinossauros na Austrália.

A amostra do crocodilo, preservada inicialmente numa massa de siltito, havia sido sido parcialmente esmagada. Entretanto, os danos revelaram vários ossos pequenos do esqueleto de uma criatura pequena do período Cretáceo. Os cientistas usaram tecnologia de raio-X e tomografia computadorizada para localizar os ossos dentro do espécime de crocodilo, bem como dez meses de processamento de computador para produzir uma reconstrução 3D dos ossos. Com a preservação de 35% do crocodilo de água doce, os investigadores conseguiram recuperar o crânio quase completo do animal. Embora não tenham conseguido classificar o pequeno dinossauro que estava no estômago, descreveram-no como uma cria com um peso de quase 1,7 quilos.

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Descoberta extremamente rara

Esta descoberta é “extremamente rara, já que poucos exemplos de predação de dinossauros são conhecidos globalmente”, estipula o comunicado. “Embora o Confractosuchus não se especializasse em comer dinossauros, não teria deixado passar uma refeição fácil, como os restos de cria de ornitópode encontrados no estômago”, explicou Matt White à imprensa, um dos líderes da investigação. “É provável que os dinossauros constituíssem um recurso importante na cadeia alimentar ecológica do período Cretáceo.”

“Dada a falta de espécimes globais comparáveis, este crocodilo pré-histórico e a sua última refeição continuarão a fornecer pistas sobre as relações e os comportamentos dos animais que habitaram a Austrália há milhões de anos”. O confractosuchus sauroktonos é o segundo crocodilo que recebeu o nome a partir da Formação Winton. O depósito geológico expôs inúmeras descobertas científicas nos últimos anos, incluindo um pterossauro de 96 milhões de anos em outubro de 2019.

Fotos: Reprodução White et al. & Shutterstock

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