Homem que deu álcool etílico a beber a 3 amigos acusado de homicídio qualificado

Em nota publicada esta quinta-feira, 30 de janeiro, na página da Internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a vítima mortal sofreu uma paragem cardiorrespiratória, em contexto de intoxicação alcoólica.

Homem que deu álcool etílico a beber a 3 amigos acusado de homicídio qualificado

Homem que deu álcool etílico a beber a 3 amigos acusado de homicídio qualificado

Em nota publicada esta quinta-feira, 30 de janeiro, na página da Internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a vítima mortal sofreu uma paragem cardiorrespiratória, em contexto de intoxicação alcoólica.

O Ministério Público (MP) acusou de homicídio qualificado um homem que em julho de 2019 deu de beber uma mistura de vinho com álcool etílico a 96% a três outros homens, em Braga, provocando a morte de um deles. Em nota publicada esta quinta-feira na sua página na Internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a vítima mortal sofreu uma paragem cardiorrespiratória, em contexto de intoxicação alcoólica. Apresentava uma taxa de álcool no sangue (TAS) de 5,00 gramas por litro.

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Arguido está acusado de três crimes de homicídio qualificado

No dia 10 de julho de 2019, no Campo da Vinha, em Braga, num desses convívios, o arguido resolveu dar a beber às três vítimas, quando já se encontravam alcoolizadas, uma mistura de vinho com álcool etílico a 96%, que ele próprio preparara “e que aqueles foram consumindo, por já não terem completa noção da realidade”, em virtude do seu estado.

Além de uma vítima mortal, outros dois homens perderam a consciência e tiveram de ser hospitalizados de urgência, um deles com uma TAS de 4,0 g/l. O arguido está acusado de três crimes de homicídio qualificado, um na forma consumada e dois na forma tentada. O Ministério Público considerou indiciado que o arguido, às quartas-feiras, seu dia de folga, costumava juntar-se em Braga às três vítimas, para conviver, e sabia que elas ingeriam habitualmente bebidas alcoólicas em excesso.

Segundo o MP, as vítimas agiram também “tocadas” pelas palavras de incentivo do arguido a que bebessem. O arguido terá persistido naquela conduta apesar dos alertas de transeuntes que ali passavam para os efeitos potencialmente mortais da ingestão da referida mistura e de já anteriormente ter havido necessidade de prestar assistência hospitalar a dois dos indivíduos por causa de consumos similares.

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