Casa dos Horrores: Prisão perpétua para casal norte-americano que torturou e abusou de 12 filhos

O tribunal condenou hoje a prisão perpétua o casal norte-americano que se declarou culpado de anos de tortura e abuso de 12 dos seus 13 filhos.

Casa dos Horrores: Prisão perpétua para casal norte-americano que torturou e abusou de 12 filhos

O tribunal condenou hoje a prisão perpétua o casal norte-americano que se declarou culpado de anos de tortura e abuso de 12 dos seus 13 filhos.

O tribunal condenou hoje a prisão perpétua o casal norte-americano que se declarou culpado de anos de tortura e abuso de 12 dos seus 13 filhos. Na sentença, o tribunal estabeleceu ainda a possibilidade de ser concedida liberdade condicional ao casal após o cumprimento de 25 anos de prisão. David e Louise Turpin foram sentenciados após uma audiência em que algumas das crianças revelaram publicamente, pela primeira vez, o abuso e as torturas realizados pelos pais.

A condenação foi proferida um ano depois de a filha de 17 anos do casal Turpin ter saltado de uma janela da casa da família, na região da Califórnia, e de ter ligado para o número norte-americano de emergência, relatando que alguns dos seus irmãos estavam acorrentados às camas e que ela não tomava banho há meses. David Turpin, de 57 anos, e a mulher Louise, de 50 anos, que confessaram os crimes em fevereiro, esperavam uma pena de prisão de, pelo menos, 25 anos.

13 irmãos torturados pelo casal Turpin foram separados mas estão «felizes»

Os 13 irmãos, filhos de David e Louise Turpin, que viveram anos de tortura nas mãos dos pais tiveram alta hospitalar e vivem atualmente separados em três casas diferentes em Riverside County. Os seis menores e sete adultos tiveram de ser distribuídos por três famílias porque não foi encontrada nenhuma que aceitasse todos. Atualmente estão a reaprender hábitos de vida tão simples como ir às compras ou cozinhar. De acordo com a CNN que cita o diretor do centro médico regional de Corona, Mark Uffer, os 13 irmãos encontram-se saudáveis e agradecidos por terem sido salvos. A despedida das pessoas que os ajudaram nos últimos meses foi difícil.

«Houve lágrimas na despedida, por parte deles e das equipas médicas. Disseram que gostavam de nós, que iam ter saudades nossas e que esperavam ver-nos em breve.»

Mark Uffer referiu ainda que «apesar de tudo o que passaram», os 13 irmãos têm ainda «a capacidade de amar e confiar nas pessoas que são boas para eles». A nova vida implica novos hábitos em que o diretor do centro médico que acolheu os 13 irmãos deposita esperança. «Estamos esperançados que eles possam aprender hábitos de vida, como irem às compras ou cozinhar.»

As crianças menores estão separadas em duas casas. As duas crianças mais novas – que precisam de um reforço de atenção – estão juntas numa casa de acolhimento em Riverside. As outras quatro crianças estão noutra casa no mesmo condado. Os sete irmãos adultos estão juntos numa outra casa. Apesar de separados permanecem em contacto constante através do Skype. A educação dos 13 irmãos é «inexistente» segundo uma fonte do CNN.

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