Escrava sexual do Estado Islâmico e ginecologista ganham prémio Nobel da Paz

Escrava sexual do Estado Islâmico e ginecologista ganham prémio Nobel da Paz

Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao médico congolês Denis Mukwege e à ativista de direitos humanos e antiga escrava sexual Nadia Murad, informou o Comité Nobel norueguês.

O prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao médico congolês Denis Mukwege e à ativista de direitos humanos antiga escrava sexual do Estado Islâmico Nadia Murad, informou o Comité Nobel norueguês.

[Em atualização]

Quem são o ginecologista Denis Mukwege e ativista escrava sexual do Daesh Nadia Murad

Denis Mukwege
Denis Mukwege

O ginecologista Denis Mukwege trata mulheres e crianças vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo. Nadia Murad, da etnia yazidi, do Iraque, é uma  antiga escrava sexual do grupo terrorista Estado Islâmico. Ambos se destacaram na luta contra o tráfico sexual de mulheres e receberam o prémio Nobel da Paz de 2018, anunciado às 10h00 desta sexta-feira, 5 de outubro.

Nadia Murad
Nadia Murad

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Os cinco membros do comité norueguês tiveram de decidir entre os 331 candidatos (pessoas ou organizações). O anúncio era um dos mais esperados desta edição dos prémios Nobel, que não contou com seu prémio mais prestigiado – a par do da Paz –, o de Literatura, adiado por um ano fruto de um escândalo sexual que abalou a Academia.

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