Beatriz Lebre tinha 23 anos e foi morta por colega. Corpo foi atirado ao rio

O estudante universitário, do curso de Psicologia, confessou a autoria do crime e foi detido por crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Beatriz Lebre tinha 23 anos e foi morta por colega. Corpo foi atirado ao rio

O estudante universitário, do curso de Psicologia, confessou a autoria do crime e foi detido por crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Beatriz Lebre estava desaparecida há vários dias. A família apresentou queixa na polícia, mas como o desaparecimento de uma pessoa maior de idade não constitui crime, pois pode ser uma fuga voluntária, só depois da PJ ter recolhido indícios de crime a situação mudou de rumo.

O caso transitou da PSP para secção de homicídios da diretoria de Lisboa, na sexta-feira, 22 de maio, tendo o namorado da jovem sido identificado como o principal suspeito. Horas depois de ter sido interrogado, o estudante levou os inspetores da PJ, esta quarta-feira à noite, ao local onde supostamente tinha enterrado a namorada e colega de curso na mesma faculdade pública. No entanto, as autoridades continuam a realizar buscas para encontrar o corpo. Jovem disse que o atirou ao rio.

O estudante universitário, do curso de Psicologia, confessou a autoria do crime e foi detido por crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Beatriz era licenciada em Psicologia pelo ISCTE-IUL e estava a tirar mestrado em Lisboa. Trabalhava na Disney Store do Colombo desde setembro de 2019.

 

Avô de jovem assassinada: «Eles não eram namorados. Ele perseguia-a»

José Carlos, avô da jovem que terá sido assassinada por colega da faculdade, diz que a neta não namorava com o suspeito do crime. Em declarações ao CM, o homem afirma que a jovem era perseguida pelo colega e que vivia para os estudos. «Era uma aluna brilhante. Estava a fazer o Mestrado em Psicologia para depois voltar para o Conservatório, pois queria ser pianista».

A vítima, natural de Elvas, residia sozinha em Lisboa numa habitação que pertence a um tio. «Ela foi morta em Chelas», disse José Carlos ao canal de televisão, acrescentando que não sabe como o neta o deixou entrar. «Foi de uma violência brutal. É um canalha».

LEIA DEPOIS
Já é conhecida a lotação para todas as praias do país

 

Texto: Marta Amorim e Carla S. Rodrigues

Impala Instagram


RELACIONADOS