Professor primário humilha aluna e deixa criança em desespero [vídeo]

Professor primário humilha aluna e deixa criança em desespero. Momento foi gravado por colega e as imagens tornaram-se virais.

Um  professor primário humilhou uma aluna e deixou a criança em desespero. O momento foi gravado por um colega de turma e as imagens tornaram-se virais.

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Tudo aconteceu numa escola na Rússia. O professor primário chamou a menina ao quadro e, perante o desconhecimento às respostas colocadas, o docente passou vários minutos a destratar e a humilhar a aluna, de 8 anos.

Num tom de voz elevado, o instrutor repetiu várias vezes a mesma pergunta, enquanto a menina se vai sentindo cada vez mais pressionada.

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O homem bate-lhe com um dedo na cabeça, num sinal de desrespeito pelas dificuldades da discente. Nesse momento, a menina toma uma atitude inesperada e pontapeia o professor primário, saindo em passo apressado do local.

A gravação termina nesse momento, desconhecendo-se o que o professor fez depois da agressão. O vídeo foi partilhado nas redes sociais e levou a reações de vários setores da sociedade russa.

O ministro da Educação já fez saber que suspendeu o docente. O professor primário defendeu-se e afirmou ter-se tratado de um «momento de grande stress que não se ira repetir».

«Nunca tinha tido essa atitude, mas andava muito cansado», desculpou-se o docente

«Nunca tinha tido essa atitude, mas andava muito cansado com a preparação dos exames finais e fiquei frustrado quando percebi que a aluna estava distraída e que não tinha ouvido nada do que tinha dito.

«Acabei por descarregar e não o devia ter feito. Estou envergonhado», explicou. Contudo, a justificação não acalmou os pais e a comunidade.

O professor está a ser julgado em praça pública e ninguém o quer de regresso à docência. «Quem faz isto uma vez já o fez antes e vai repetir», pode ler-se num dos muitos comentários ao vídeo na rede social Facebook.

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A mãe da menina também partilhou a gravação e afirmou, na sua página da mesma rede social, que não ira perdoar o professor. «A minha filha voltou para casa a chorar e, desde então, diz que não quer voltar para a escola», referiu.

A criança já foi transferida de estabelecimento escolar a pedido da mãe, que se recusa a esperar por uma decisão definitiva da possível transferência do professor.

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Na passada terça-feira, 26 de junho, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) deu em parte razão ao apresentador Carlos Cruz. Para os juízes daquela instância supranacional, a aplicação da Justiça no processo Casa Pia falhou.

O TEDH concluiu que o Tribunal da Relação de Lisboa devia ter aceitado as novas provas apresentadas por Carlos Cruz no recurso. O que não aconteceu.

«Estão a lançar junto dos miúdos nomes falsos, com algumas ‘notazitas’ à mistura. Não são precisas muitas», Catalina Pestana

Entre estas novas provas estavam, por exemplo, a admissão de Teresa Costa Macedo de que mentiu no ‘lançamento’ do caso Casa Pia. Foi, aliás, condenada por «crimes de falsidade de testemunho no julgamento do processo Casa Pia».

A antiga secretária de Estado para a Família entre 1980 e 1983, com a tutela da maior instituição de acolhimento do País, não tinha identificado Carlos Cruz , como dissera, em fotografias de relatórios que guardara desde aqueles anos da década de 1980.

Veja esta grande reportagem, no vídeo que está a levantar polémica junto de toda a sociedade, AQUI.


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