Polícias revistaram partes íntimas de mulher em operação STOP [vídeo]

Polícias revistaram agressivamente partes íntimas de uma mulher numa operação STOP. A vítima foi tocada por mais de 10 minutos no meio da rua.

Dois agentes da polícia de uma esquadra do Texas, nos Estados Unidos da América, revistaram agressivamente as partes íntimas de uma mulher numa operação STOP. A vítima foi tocada por mais de 10 minutos no meio da rua.

LEIA MAIS: Jovem cruza a fronteira entre EUA e México para abraçar pai deportado [vídeo]

Charneshia Corley, uma jovem de 23 anos, do Texas, saiu para conviver com as amigas, numa noite que prometia ser de folia. Contudo, o encontro acabou por não acontecer.

A jovem foi parada numa operação STOP e acabou por sofrer assédio nas mãos de dois agentes da autoridade. Os polícias cercaram o carro e afirmaram sentir o cheiro de cannabis (droga leve), procedendo à verificação no interior do automóvel.

Jovem revistada nas partes íntimas diz-se reclama sentir-se «violentada sexualmente»

Depois, concentraram as suas atenções em Charneshia. Pediram para que se deitasse no chão e procederam a uma verificação das roupas e do corpo, prolongada por mais de 10 minutos.

William Strong, de 37 anos, levou a cabo a ‘averiguação’, enquanto a agente Ronaldine Pierre (mulher) apenas se limitou a observar. Nas imagens registadas pela câmara do carro dos agentes pode ver-se que William empurra a jovem para o chão para lhe tirar as calças e toca-lhe nas partes íntimas.

LEIA MAIS: Mulher tentou alimentar tubarão e acabou arrastada pelo animal [vídeo]

Vêm-se também as pernas dobradas e a roupa interior no pé. O agente levanta-lhe ainda mais as pernas e usa a lanterna para «ver melhor» o corpo e as partes íntimas de Charneshia.

Os oficiais não encontraram nada na «cavidade genital», mas dizem ter descoberto «5,6 gramas de marijuana» no corpo da ‘suspeita’. Na queixa apresentada, a jovem esta afirmou ter-se sentido «violentada sexualmente». «Puseram a mão dentro de mim enquanto estava presa no chão e sem defesa possível. Sinto-me humilhada», afirmou.

Na revista, os oficiais não encontraram nada na «cavidade genital», mas dizem ter descoberto «5,6 gramas de marijuana»

TAMBÉM LHE PODE INTERESSAR
«E Agora?», a reportagem em vídeo de 5 episódios que relança todas as dúvidas sobre o Processo Casa Pia

Por que dá o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem razão a Carlos Cruz em parte das suas queixas? Por que resistem tantas dúvidas sobre o processo Casa Pia passados tantos anos?

«Pai, és inocente de tudo quanto te acusam?» [Marta Cruz, filha de Carlos Cruz]
Na grande reportagem Casa Pia – E Agora? fazem-se todas as perguntas. Até sexta-feira, nas várias partes que ficarão online às 21h00, será possível a cada um ter a sua resposta. E formular a sua verdade.

Em tribunal, já em julgamento, várias testemunhas que acusaram os arguidos vêm dizer que foram «pagos para acusá-los» no inquérito. Inquérito este aberto após a notícia do Expresso e a acusação de Teresa Costa Macedo na televisão.

Vários ‘arrependidos’ não só desmentem os depoimentos iniciais e afirmam terem sido pagos para mentirem, acusando Carlos Cruz, como afirmam que receberam ameaças de morte se não o fizessem. Disseram-lhe «que sairia deste país com os pés para a frente

Assista AQUI à terceira parte desta reportagem WIN, colocada online há poucas horas e que conta já com milhares de visualizações.


RELACIONADOS

Polícias revistaram partes íntimas de mulher em operação STOP [vídeo]

Polícias revistaram agressivamente partes íntimas de uma mulher numa operação STOP. A vítima foi tocada por mais de 10 minutos no meio da rua.