Português de 8 anos entre os mais inteligentes do mundo

Gustavo Saldanha, luso-brasileiro de 8 anos, é um dos mais inteligentes do mundo. O jovem é o mais recente membro da Mensa, a associação internacional de pessoas de QI elevado.

Português de 8 anos entre os mais inteligentes do mundo

Português de 8 anos entre os mais inteligentes do mundo

Gustavo Saldanha, luso-brasileiro de 8 anos, é um dos mais inteligentes do mundo. O jovem é o mais recente membro da Mensa, a associação internacional de pessoas de QI elevado.

Nascido em 2013, em São Paulo, Gustavo Arias Saldanha, desde cedo evidenciou ser uma uma criança diferente. “Ele não se distraía facilmente. Não tinha os mesmos interesses dos outros bebés”, lembra Luciane Saldanha, mãe de Gustavo e doutora em Ciências da Saúde. Assim que aprendeu a falar, logo demonstrou grande paixão pelo mundo da música. Aos 5 anos, descobriu os Beatles e, em menos de um ano, o repertório do menino já incluía 50 êxitos da banda inglesa. Hoje já supera as 100 músicas.

Atualmente toca guitarra, baixo, violão, ukulele, bateria e teclado. Além da paixão pela música, Gustavo é fascinado pela tecnologia. Apesar da tenra idade, é capaz de instalar sistemas operacionais, transformar Apple em Windows e utilizar o Logic Pro – um software utilizado por músicos profissionais para criar, editar e misturar música. “É intenso. Um ano com ele parecem dez [anos] de tantas atividades e ele tem consciência da sua capacidade”, explicam os pais.

QI de 140

Como funciona o cérebro de um terrorista, Fabiano de Abreu Rodrigues
Fabiano de Abreu Rodrigues

Além disso, Gustavo também já gravou quatro músicas de autoria própria. Numa viajem a Londres conheceu grandes nomes da música mundial como John Fogerty, James Taylor e Brian Ray. Com um QI de 140, o jovem prodígio é atualmente o membro luso-brasileiro mais novo da Mensa, a associação internacional de pessoas de elevado QI.

O neurocientista Fabiano de Abreu, que assessora o jovem, considera que este caso comprova a sua tese sobre a importância da plasticidade cerebral. “A inteligência tem precursor genético e o fenótipo resulta num desenvolvimento que sugere pistas que podem ser passadas para a próxima geração”, explica. O perito antevê grandes feitos para o prodígio e já trabalha para que as suas qualidades sejam reconhecidas. “Estou a ‘mostrá-lo’ a Mirko Lamberti, especialista em tecnologia, também membro da Mensa e orientador da Logos University International.”

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