Hospital engana-se e desliga máquinas de paciente errado

A polícia identificou a vítima e os familiares foram chamados ao hospital. As irmãs do homem alertaram os médicos de que aquele corpo não era do irmão.

Hospital engana-se e desliga máquinas de paciente errado

Hospital engana-se e desliga máquinas de paciente errado

A polícia identificou a vítima e os familiares foram chamados ao hospital. As irmãs do homem alertaram os médicos de que aquele corpo não era do irmão.

Esta história poderia fazer parte de um argumento de um filme. Mas não. É real e aconteceu no passado mês de abril, em Chicago. Tudo começou quando as autoridades encontraram um corpo inconsciente, nu, com várias lesões na cabeça, debaixo de um automóvel. A polícia identificou a vítima como Alfonso Bennet e os familiares foram chamados ao hospital.

Família da vítima diz que o corpo encontrado lhes é desconhecido

As irmãs do homem alertaram os médicos de que aquele corpo não era do irmão. No entanto, o hospital insistiu e alegou que devido aos ferimentos da vítima era difícil fazer o reconhecimento.

Hospital insiste para que máquinas sejam desligadas

Nas semanas seguintes, os familiares de Alfonso Bennet foram confrontados com o agravamento da situação clínica da vítima e com a possibilidade de terem de desligar as máquinas que mantinham o homem vivo. O hospital chegou mesmo a insistir com a família, alegando que não havia outra possibilidade que não fosse aceitar a morte. A família acedeu e o paciente morreu.

Paciente que ‘morreu’ aparece vivo no próprio funeral

O insólito veio a acontecer no funeral de Alfonso Bunnet. Durante a cerimónia fúnebre, o próprio Alfonso Bunnet surgiu. A família apercebeu-se que tinha tomado a decisão de desligar as máquinas de um outro paciente que não era seu parente.

O paciente que morreu era Elisha Brittman, de 69 anos, que não tinha qualquer tipo de relação com os familiares de Bunnet. A família do homem aceitou desligar as máquinas de um outro paciente e os familiares de Elisha Brittman não teve oportunidade de se despedir da vítima nem de tomar a decisão de o manter vivo ou não.

As duas famílias processaram o hospital e pedem 100 mil dólares de indemnização. O processo deu entrada na passada quarta-feira no tribunal de Chicago.

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