Carrinhas para cuidados de saúde paradas devido a excesso de peso

Dez carrinhas de Unidades de Saúde Móveis (USM) estão paradas há seis meses por excesso de peso.

Carrinhas para cuidados de saúde paradas devido a excesso de peso

Carrinhas para cuidados de saúde paradas devido a excesso de peso

Dez carrinhas de Unidades de Saúde Móveis (USM) estão paradas há seis meses por excesso de peso.

Dez carrinhas de Unidades de Saúde Móveis (USM) estão paradas há seis meses por excesso de peso. As viaturas foram adquiridas por dez Câmaras Municipais do Algarve e representam «750 mil euros arrumados na garagem», denuncia Cristóvão Norte, deputado do PSD, em declarações a jornal algarvio Sul Informação.

Carrinhas custaram 750 mil euros e estão paradas há seis meses

As carrinhas, que foram criadas para levar os cuidados de saúde à população que vive em localidades mais afastadas dos postos médicos, têm pelo menos 200 quilos a mais e, por isso, não podem circular. No caderno de encargos está estipulado que as carrinhas deveriam ser veículos ligeiros, mas como têm mais de 3.500 quilos, já são consideradas veículos pesados.

Cristóvão Norte responsabiliza a Administração Regional de Saúde do Algarve (ARS) e a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, que por sua vez diz que «toda esta situação foi responsabilidade da empresa que forneceu as viaturas, que cometeu um erro de palmatória», afirma à mesma publicação o presidente da AMAL, Paulo Morgado.

Viaturas têm ainda um outro problema com o gerador

A ARS Algarve garante ainda que pediu à «vencedora do concurso [Futurvida] para obter documentação técnica junto da Iveco, a construtora das carrinhas, que permita legalizá-las como veículos pesados que podem ser conduzidos por detentores de carta de ligeiros». Mas este não é o único problema que estas carrinhas apresentam. Segundo Cristóvão Norte, as viaturas têm «um gerador que não permite o funcionamento simultâneo com a utilização por parte dos utentes».

«Às vezes, os concursos não correm bem»

Paulo Morgado confirma este facto e diz tratar-se de «um erros do caderno de encargos» e que foi pedido a sua substituição por inversores «que permitam usar a energia das baterias, mesmo quando o veículo está ligado». «Estamos a tentar fazer o melhor que podemos, perante um problema causado por uma empresa que trabalhou mal. Às vezes, os concursos não correm bem», concluiu Paulo Morgado.

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