Dirigente do Sporting critica agressões mas vai a tribunal por violência doméstica verbal

Miguel Albuquerque – que critica Benfica e FC Porto por atos de violência contra si, contra a ex-mulher e contra adeptos do Sporting – responde em tribunal por «violência doméstica verbal».

Dirigente do Sporting critica agressões mas vai a tribunal por violência doméstica verbal

Dirigente do Sporting critica agressões mas vai a tribunal por violência doméstica verbal

Miguel Albuquerque – que critica Benfica e FC Porto por atos de violência contra si, contra a ex-mulher e contra adeptos do Sporting – responde em tribunal por «violência doméstica verbal».

Miguel Albuquerque, diretor geral das modalidades do Sporting que criticou o Benfica na sequência das viaturas vandalizadas durante o dérbi de andebol no Pavilhão da Luz, é, a partir desta terça-feira, 7 de maio, julgado por «violência doméstica verbal», revela-nos fonte próxima. Miguel Albuquerque criticou também – no site do Sporting Clube de Portugal – o episódio das agressões de que ele e a ex-mulher (que lhe move o processo), entre outros, foram vítimas no decorrer de uma partida de hóquei no Dragão Caixa.

Dirigente do Sporting critica violência em casa do FC Porto

«É a segunda vez que venho ao Dragão Caixa e o que se passou […] nunca se tinha passado na minha vida em 20 anos de alta competição. Estar acompanhado do treinador de futsal do Sporting CP Nuno Dias, ser agredido verbalmente durante toda a primeira parte sem a presença de um elemento das forças de segurança. É incompreensível ter sido agredido, é incompreensível agredirem senhoras [entre as quais a ex-mulher dele] que estavam connosco. É uma vergonha o que se passou», escreveu na altura. O recinto do FC Porto, na sequência destas agressões, acabou interditado por três jogos.

Miguel Albuquerque reage ao caso de violência doméstica

citius, Miguel Albuquerque
Apesar de dizer que o caso está «sanado», Miguel Albuquerque responderá esta terça-feira, 7 de maio, em audiência final por «violência doméstica grave»

Ao Portal de Notícias da Impala, Miguel Albuquerque confirma a existência do julgamento «por violência doméstica». O processo foi colocado contra ele pela ex-mulher. «Foi um desentendimento, que está sanado, tanto que ela estava no Dragão Caixa comigo… Nenhum de nós está livre de desentendimentos. Acontece muito entre casais», diz. Porém, o casal acabou divorciado e o julgamento foi mesmo para a frente, e neste dia 7 será a audiência final, no Campus da Justiça às 09h30, em Lisboa.

As críticas ao Benfica por «actos de vandalismo»

No Facebook, Miguel Albuquerque acusou o Benfica de «actos de vandalismo […] de forma vergonhosa». Eis o post completo. «Foi, de facto, uma semana complicada para alguns. Para aqueles que tentaram desvalorizar a fantástica conquista europeia da equipa de futsal do Sporting Clube de Portugal, empolando um cântico de dez segundos de uma festa que durou dois dias. Os mesmos que teimam em fazer tábua rasa dos cânticos entoados repetidamente, que celebram a morte de dois adeptos do Sporting CP. cantados vezes sem conta num Pavilhão que até hoje nunca foi encerrado, ao contrário do que fizeram com o nosso!

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Sporting também exige fim da «impunidade»

«Não satisfeitos com as ofensas verbais, os adeptos do Benfica decidiram, neste domingo e durante o jogo de andebol disputado no pavilhão da luz, passar, mais uma vez, aos actos de vandalismo e danificaram, de forma vergonhosa, as viaturas de uma das claques legalizadas do Sporting CP. Estranhamos, ainda, o facto de não ter existido policiamento no local, ao contrário do que acontece nestas ocasiões. Aos que nos acusaram de inferioridade por entoar cânticos inofensivos, fica aqui demonstrado o verdadeiro valor da baixeza e da cobardia!» Em comunicado, o Sporting pede à justiça e ao Instituto do Desporto o fim da «impunidade».

Há 62 crimes de violência doméstica por dia em Portugal

Em Portugal, de acordo com números oficiais mais recentes do PorData, todos os dias são cometidos, em média, 62 crimes de violência doméstica contra cônjuge ou análogos.

Texto: Luís Martins | WiN, Portal de Notícias

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