Grávida vítima de cancro severo obrigada a escolher entre morrer ou salvar o futuro filho

O diagnóstico foi arrasador: cancro severo. As opções seriam aborto e quimioterapia ou prosseguir a gravidez e arriscar-se a morrer, salvando o futuro filho.

Grávida vítima de cancro severo obrigada a escolher entre morrer ou salvar o futuro filho

O diagnóstico foi arrasador: cancro severo. As opções seriam aborto e quimioterapia ou prosseguir a gravidez e arriscar-se a morrer, salvando o futuro filho.

Tasha Trafford, de 33 anos, estava a meio de uma gravidez quando descobriu que tinha um Sarcoma de Ewing, cancro severo que ataca os ossos, principalmente a zona pélvica, costelas e os fémures.

O diagnóstico foi arrasador para a jovem mãe, cujas opções apresentadas pela equipa médica passavam por um aborto, já que a quimioterapia seria fatal e dolorosa para o seu bebé.

A escolha era tratar o cancro severo ou salvar a vida da futura filha

Enfermeira de profissão, Tasha estava consciente de que a recusa em fazer um tratamento a levaria à morte. Rejeitou abortar e decidiu avançar com a gravidez, deixando a doença alastrar-se.

«Qualquer coisa que ponha em risco a vida do meu bebé é impensável para mim», justificou durante a gestação. Cooper nasceu saudável, dias antes do Natal.

Durante onze meses, Tasha Trafford tudo fez para aproveitar cada minuto com o seu filho e acalentou o desejo de o ver cumprir o seu primeiro ano de vida. Contudo, a jovem enfermeira perdeu a vida em novembro, sem conseguir a tão desejada fotografia do primeiro ano do seu bebé milagre.

«Ela conseguiu tê-lo nos braços durante 11 meses e soube sempre que cada dia que passava era uma vitória»

«Ela conseguiu tê-lo nos braços durante 11 meses e soube sempre que cada dia que passava era uma vitória. Evitávamos falar sobre a doença que piorava a cada dia e conversávamos só sobre os bons momentos que a minha filha passava com o meu neto», contou o pai de Tasha, Dai Gallivam.

No dia da morte de Tasha, o pai dela tinha marcado viagem para escalar o monte Klimanjaro, para angariar fundos para uma a associação Tenovus Cancer Care. O irmão de Tasha ocupou o seu lugar como forma de homenageá-la e de conseguir verbas para ajudar outras famílias.

Ainda este ano, Dai Gallivam vai finalmente fazer a viagem ao Klimanjaro com o mesmo objetivo: angariar fundos para a luta contra o cancro e conseguir salvar vidas.

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