Leonor Cipriano saiu em liberdade e faz apelo: «Quem lhe fez mal, por favor devolva-a»

Joana Cipriano desapareceu a 12 de setembro de 2004 depois de ter saído de casa, em Portimão.

«Fui condenada sem provas. Não matei a minha filha. Nunca lhe faria mal. Só confessei tudo porque fui agredida na PJ de Faro», afirmou à saída da cadeia, esta quinta-feira. Leonor Cipriano saiu com três sacos do lixo na mão contendo a sua roupa.

«O que sempre disse é o que sempre vou dizer. Entrei nesta cadeia sem fazer mal à minha filha. Vou dizer sempre até ao resto da minha vida, onde quer que ela esteja, quem a levou, quem lhe fez mal, por favor devolva-a», disse em declarações à TVI.

 

 Leonor Cipriano,  mãe de Joana, estava detida desde setembro de 2004. Saiu hoje em liberdade condicional uma vez que já cumpriu cinco sextos da pena. Diz que saiu de cabeça «erguida» e que já tem um trabalho.

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O crime de Joana

A menina desapareceu a 12 de setembro de 2004 em Figueira, no concelho de Portimão. Foi às compras a pedido da mãe e do tio, João Cipriano e nunca mais foi vista.

O corpo da menina de 8 anos nunca foi encontrado mas Leonor e o irmão foram condenados a 16 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Em atualização

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