Covid-19: Itália regista 2.898 novos casos, o maior número desde maio

A Itália registou 2.898 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número de casos diários desde 30 de maio, e ainda 11 mortes, segundo o Ministério da Saúde italiano.

Covid-19: Itália regista 2.898 novos casos, o maior número desde maio

A Itália registou 2.898 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número de casos diários desde 30 de maio, e ainda 11 mortes, segundo o Ministério da Saúde italiano.

Estes dados mantêm a alta tendência das infeções no país, onde a variante Delta representava na semana passada 27,7% dos positivos, e o total de contágios subiu para 4.281.214 desde o início da pandemia em fevereiro de 2020.

Os 2.898 novos casos representam um aumento de 1.508 casos, mais do dobre, em relação ao mesmo dia da semana passada, quando foram contabilizadas 1.390 infeções.

Relativamente ao número de pessoas atualmente infetadas são agora 42.714, um aumento de 1.814 casos desde quinta-feira, dos quais 161 estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mais oito.

A campanha de vacinação avança e 25,98 milhões de pessoas já estão imunizadas, 48,12% do total da população acima dos 12 anos, num país que administrou um total de 60.196.129 doses de vacinas.

Atualmente, em Itália está apenas em vigor o uso obrigatório de máscaras em espaços fechados, enquanto o ministro da Saúde, Roberto Speranza, afirmou que os parâmetros para determinar eventuais restrições vão mudar, deixando de depender do número de contágios, mas sim da pressão hospitalar.

Hoje, o país confirmou a mudança da tendência da pandemia, que está agora em ascensão com aumento de contágios, sobretudo entre os jovens, com uma média de idade de 28 anos, segundo o relatório semanal do Instituto Superior de Saúde.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.070.508 mortos em todo o mundo, entre mais de 188,8 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

 

 

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