Sara Norte ultrapassa divergências com o pai e assume que chegou a “julgar” Vítor Norte

Sara Norte nem sempre teve uma relação branda com o pai, Vítor Norte. Reconhece que a idade trouxe-lhe maturidade e, atualmente, desabafa tudo com ele.

Para assinalar o Dia do Pai, Sara Norte esteve à conversa com Carolina Patrocínio no programa “What’s Up TV” e falou abertamente sobre a relação com o progenitor, Vitor Norte. De quem disse ter muito orgulho por ter construído uma “carreira extraordinária”, pautada pela humildade “e sem pisar ninguém”. “É um autodidata. Ele aprendeu as coisas, é um estudioso. Está sempre a tentar aprender mais. Às vezes, teve de dizer que não a alguns trabalhos para crescer profissionalmente”, afirmou a atriz e comentadora do “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, lembrando que a sua relação com o pai nem sempre foi pacífica. Em causa esteve o divórcio dos pais quando Sara Norte tinha quase 18 anos.

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“Quando somos miúdas, tomamos posições… e foi o que aconteceu. Hoje em dia, sou adulta e sei que ninguém é obrigado a ficar com ninguém. As pessoas têm de ser felizes e não há idade para isso”, afirmou a filha de Carla Lupi [morreu em 2012], adiantando que os “adultos erram e, às vezes, quando há filhos e separações as pessoas não conseguem gerir da melhor forma”. “Na altura julguei-o, hoje não”, completou.

Sara Norte revela o que herdou do pai

Sara Norte confessa que teve de percorrer um caminho longo para voltar a criar laços fortes com Vítor Norte. “Tive alguns percalços na minha vida e depois tudo demora um tempo até as pessoas voltarem a ter confiança”, afirmou a atriz. “Mas hoje, enquanto mulher, já compreendo muita coisa. Sou muito agradecida por ter o meu pai, que é o meu melhor amigo também”, revela, dizendo ainda que lhe conta tudo.

Quanto às características que herdou do progenitor, Sara afiança: “Acho que foi o espírito de Peter Pan. Hei-de ter 50 anos e continuar a achar que sou uma miúda. E o meu pai é assim, ainda tem aquele brilho no olhar quando um trabalho vai começar. Acho que também herdei o gosto pela representação, o ser bem disposta e uma contadora de histórias como ele, mas ele é melhor.”

Texto: Carla S. Rodrigues; Fotos: Redes sociais e reprodução SIC

 

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