Viola namorada durante horas e tenta matá-la à facada

Ao regressar a casa depois de longo dia de trabalho, mulher foi acusada de traição e o homem exigiu-lhe terem relações sexuais. A vítima negou e acabou por ser violada durante a madrugada. Horas mais tarde foi brutalmente esfaqueada.

Viola namorada durante horas e tenta matá-la à facada

Viola namorada durante horas e tenta matá-la à facada

Ao regressar a casa depois de longo dia de trabalho, mulher foi acusada de traição e o homem exigiu-lhe terem relações sexuais. A vítima negou e acabou por ser violada durante a madrugada. Horas mais tarde foi brutalmente esfaqueada.

Um homem de 37 anos violou e mais tarde esfaqueou brutalmente a companheira, com quem vivia há sete anos e com quem tem uma filha, por esta querer separar-se dele. Movido pelo álcool e pela fúria que sentia, o agressor aguardou pela companheira na casa de ambos, em Famalicão, e exigiu-lhe terem relações sexuais no momento. A vítima negou e acabou por ser violada durante mais de quatro horas durante a madrugada, acabando por ser salva por uma vizinha, que se queixou do barulho.

Nessa mesma manhã, o agressor implorou à vítima que não o deixasse, lembrando a filha que tinham em comum e ameaçando-a de morte se ela lhe exigisse pensão de alimentos para a menor.

Após os extremos abusos que havia sofrido horas antes, a vítima foi trabalhar e, perto das 19h00, o homem deslocou-se até ao restaurante onde ela trabalhava, em Famalicão e disse-lhe que só queria falar. A mulher recusou e pediu-lhe que fosse embora. O indivíduo não fez caso e, minutos depois, regressou através de uma porta lateral reservada a funcionários e esfaqueou-a sete vezes com uma faca com 19 centímetros de lâmina. O agressor foi agarrado pelo proprietário do restaurante, que alertou as autoridades e o INEM.

Na origem do brutal ataque está a decisão da mulher em separar-se. De acordo com o despacho da acusação, no dia 1 de julho de 2020 a mulher informou-o de que pretendia separar-se. Explicou-lhe que não suportava os excessos do seu comportamento, desde o consumo excessivo de álcool até aos insultos e ciúmes constantes. A vítima aguentou um ano e meio de maus-tratos que, muitas vezes, foram presenciados pela filha de ambos e por outra criança, fruto de uma anterior relação da mulher.

Tal como escreve o Jornal de Notícias, o agressor foi detido e colocado em prisão preventiva. Acabou por sair da cadeia para ser admitido, em regime de permanência, num centro terapêutico para tratamento da dependência ao álcool.

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