Pai de Rosa Grilo diz ter sido atacado por dois homens durante as buscas pelo triatleta

Américo Pina, pai de Rosa Grilo, acusada da morte do marido, Luís Grilo, revelou, pela primeira vez, ter sido atacado e ameaçado por dois homens no único dia em que ajudou a filha a procurar pelo marido.

Pai de Rosa Grilo diz ter sido atacado por dois homens durante as buscas pelo triatleta

Pai de Rosa Grilo diz ter sido atacado por dois homens durante as buscas pelo triatleta

Américo Pina, pai de Rosa Grilo, acusada da morte do marido, Luís Grilo, revelou, pela primeira vez, ter sido atacado e ameaçado por dois homens no único dia em que ajudou a filha a procurar pelo marido.

Américo Pina, pai de Rosa Grilo, acusada da morte do marido, Luís Grilo, revelou, pela primeira vez, ter sido atacado e ameaçado por dois homens no único dia em que ajudou a filha a procurar pelo marido. «Nunca contei isto à minha filha», afirmou. O pai da arguida foi a terceira testemunha ouvida esta terça-feira, 24 de setembro, no Tribunal de Loures. Renato foi ouvido durante a parte da manhã, durante mais de três horas, e a sessão decorreu à porta fechada, por se tratar de um menor. Da parte da tarde foram ouvidos Júlia Grilo, irmã do triatleta, Américo e António Pina, pai e tio de Rosa Grilo e Fernanda, ex-mulher de António Joaquim.

Rosa Grilo chora ao ver o pai

Assim que chegou à sala de audiência, Américo Pina enviou um beijo à filha que se encontrava sentada a ouvir os depoimentos das testemunhas do processo. Rosa Grilo emocionou-se perante o gesto do pai, vertendo algumas lágrimas. «Juro dizer a verdade», disse o pai da arguida antes de prestar declarações. Ao longo do processo foi repetindo esta afirmação várias vezes.

Américo Pina disse que ia contar «pela primeira vez» um episódio que aconteceu durante o único dia que foi ajudar nas buscas do triatleta. «Fui atacado no rosto por dois homens. Não me apercebi de onde é que vieram, nem os vi. Atacaram-me por trás.» Depois, os agressores terão atirado o pai da arguida para uma zona de terra batida, onde foi deixado dentro de um buraco. Américo Pina ligou para o irmão a pedir ajuda e acabou a ser socorrido pelos bombeiros. Os atacantes perguntaram-lhe se conhecia Angola e ameaçaram-no a ele e à família de morte caso Américo contasse este episódio a alguém. E foi por «medo» que o pai de Rosa Grilo nunca revelou este ataque antes. Mas decidiu contar hoje em tribunal, porque jurou «dizer a verdade».

Texto: Jéssica dos Santos ; WiN

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