Menino pobre com deficiência quer avião no Natal para «voar lá no alto» [vídeo]

Um menino pobre de 5 anos recebeu no Natal de 2017 um skate. Este ano, os seus desejos são mais altos. «Quero um avião para voar lá no alto.»

Menino pobre com deficiência quer avião no Natal para «voar lá no alto» [vídeo]

Um menino pobre de 5 anos recebeu no Natal de 2017 um skate. Este ano, os seus desejos são mais altos. «Quero um avião para voar lá no alto.»

O menino pobre com deficiência Renan Leal Bezerra, de 5 anos, pensou bastante antes de escolher o presente que queria ao Pai Natal este ano. «Quero um avião. Daqueles que voam muito alto, lá no céu. Se não der, tudo bem. Pode ser um carrinho. Adoro carrinhos.» A criança, que nasceu com malformação, sem as duas pernas nem braço direito, espera ansiosamente a chegada do Pai Natal.

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A mãe de Renan, Cristiane dos Reis Leal, de 32 anos, procurou a Federação Habitacional do Sol Nascente (Fehsolna), em Ceilândia, Brasil, onde vivem, para pedir ajuda. As pessoas que acompanham o caso deste menino pobre pretendiam próteses, mas, por ser ainda muito pequeno, ainda não está indicado para o tratamento. «Os médicos dizem que quando ele chegar os 12 anos voltaremos a falar», revela esperançosa Cristiane.

O menino pobre com deficiência é um dos muitos ajudados pela associação e pela população

«O Renan é muito inteligente. E muito independente. Movimenta-se sozinho, graças ao skate que recebeu no Natal do ano passado. Tenho outras três meninas. Mas ele, por incrível que pareça, é o menos trabalhoso. É alegria da casa», diz a mãe, orgulhosa. Nesta época do ano, a associação  Fehsolna disponibiliza cartas de cerca de 600 crianças que desenham e escrevem pedidos ao Pai Natal. cada um de nós pode, depois, escolher uma dessas missivas e satisfazer o pedido. A ideia nasceu da presidente da instituição. Edilamar de Souza e Souza Correia, de 47 anos, queria «realizar os sonhos de crianças que não têm condições para terem presentes».

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Para a ação solidária, Edilamar conta com o apoio da população e de parceiros. «Não há limite de número de cartas que uma pessoa apadrinhar. Quem está disposto a colaborar pode entrar em contato com a associação. Escolhe a mensagem identificada com o nome da criança e o pedido. Os presentes podem ser enviados por correio. mas podem também ser entregues na instituição. A distribuição dos presentes é feita numa festa que ocorrerá a 22 de dezembro.

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