Madeira | Derrocada deixa turista francesa sem braço

Três das 11 vítimas da derrocada no Caldeirão Verde, Madeira, permanecem internadas nos cuidados intensivos, sendo uma de nacionalidade portuguesa e duas francesas, uma delas sofreu a amputação de um braço.

Madeira | Derrocada deixa turista francesa sem braço

Madeira | Derrocada deixa turista francesa sem braço

Três das 11 vítimas da derrocada no Caldeirão Verde, Madeira, permanecem internadas nos cuidados intensivos, sendo uma de nacionalidade portuguesa e duas francesas, uma delas sofreu a amputação de um braço.

Três das 11 vítimas da derrocada ocorrida na quarta-feira no Caldeirão Verde, Madeira, permanecem internadas nos cuidados intensivos do Hospital Central do Funchal, sendo uma de nacionalidade portuguesa e duas francesas, informou o Serviço Regional de Saúde. “As três estão estáveis e no serviço de medicina intensiva”, afirmou a diretora clínica do Hospital Central do Funchal, Regina Rodrigues, em declarações à comunicação social, esclarecendo que se trata de um cidadão português de 30 anos, com traumatismo cranioencefálico e torácico, um francês também de 30 anos, com traumatismo cranioencefálico, e uma francesa, de 63 anos, que sofreu a amputação de um braço no acidente.

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Queda de pedras atingiu caminhantes, todos turistas, num momento em que estavam a descansar

A derrocada que provocou os 11 feridos ocorreu cerca das 14:00 junto à lagoa do Caldeirão Verde, no concelho nortenho de Santana, por onde passa uma levada com 6,5 quilómetros de extensão e um tempo médio de percurso de cinco horas e meia, sendo muito procurada por turistas. A queda de pedras atingiu os caminhantes, todos turistas, num momento em que estavam a descansar.

“Deram entrada no Hospital [Central do Funchal] Dr. Nélio Mendonça 11 vítimas, seis do sexo masculino e cinco do sexo feminino, sendo cinco de nacionalidade francesa, duas alemãs, três portugueses e uma brasileira”, explicou Regina Rodrigues, referindo que um dos portugueses é natural da Madeira. A diretora clínica informou também que está a ser prestado apoio psicológico aos familiares e acompanhantes das vítimas que estão hospitalizadas, bem como um serviço de tradução e a ligação à embaixada de França.

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