Jovens assassinados por Polícia durante transmissão em direto [vídeo]

Quatro jovens assassinados durante transmissão em direto nas redes sociais foram atingidos por rajada alegadamente disparada pela Polícia.

A notícia de quatro jovens assassinados durante uma transmissão em direto na rede social Facebook está a agitar as redes sociais. O grupo foi atingido por dezenas de balas, disparadas pela Polícia.

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O grupo de jovens assassinados estava no lugar errado e à hora errada. As autoridades policiais estavam em perseguição a outros jovens quando dispararam por engano sobre as vítimas.

Os amigos estavam no interior de um automóvel, a ouvir música e a gravar imagens em direto para a rede social Facebook e para o Youtube.

Os jovens assassinados foram atingidos por rajada de tiros a partir de helicóptero da Polícia

As balas foram disparadas por um helicóptero da Polícia do Rio de Janeiro, no Brasil, que perseguia membros de uma alegada rede de narcotráfico.

Foi aberta uma investigação para apurar responsabilidades sobre o caso dos jovens assassinados por engano e saber se os agentes responsáveis seguiram, ou não, o protocolo.

Um outro jovem ficou ferido com gravidade e encontra-se internado nos cuidados intensivos de um hospital do Rio de Janeiro.

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O vídeo, difundido pelo grupo de jovens, dura apenas alguns segundos, mas fica claro que o grupo não estava a cometer qualquer crime e que foi apanhado desprevenido.

Após a duras críticas na sociedade brasileira, a Polícia fez saber que o caso será investigado até à exaustão. Contudo, as autoridades recusaram dar a cara e foi mesmo cancelada uma conferência de Imprensa.

Os pais das vítimas apresentaram queixa e querem que os agentes responsáveis sejam julgados num tribunal civil.

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Na passada terça-feira, 26 de junho, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) deu em parte razão ao apresentador Carlos Cruz. Para os juízes daquela instância supranacional, a aplicação da Justiça no processo Casa Pia falhou.

O TEDH concluiu que o Tribunal da Relação de Lisboa devia ter aceitado as novas provas apresentadas por Carlos Cruz no recurso. O que não aconteceu.

«Estão a lançar junto dos miúdos nomes falsos, com algumas ‘notazitas’ à mistura. Não são precisas muitas», Catalina Pestana

Entre estas novas provas estavam, por exemplo, a admissão de Teresa Costa Macedo de que mentiu no ‘lançamento’ do caso Casa Pia. Foi, aliás, condenada por «crimes de falsidade de testemunho no julgamento do processo Casa Pia».

A antiga secretária de Estado para a Família entre 1980 e 1983, com a tutela da maior instituição de acolhimento do País, não tinha identificado Carlos Cruz , como dissera, em fotografias de relatórios que guardara desde aqueles anos da década de 1980.

Veja esta grande reportagem, no vídeo que está a levantar polémica junto de toda a sociedade, AQUI.

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