Doença nova sem nome afeta 600 crianças só em Inglaterra

Charlie Parkes, de 5 anos, tem uma doença nova que os médicos não conseguem diagnosticar. Foi ‘batizada’ de «Síndrome Sem Nome»

Doença nova sem nome afeta 600 crianças só em Inglaterra

Doença nova sem nome afeta 600 crianças só em Inglaterra

Charlie Parkes, de 5 anos, tem uma doença nova que os médicos não conseguem diagnosticar. Foi ‘batizada’ de «Síndrome Sem Nome»

SWAN, que traduzido do inglês para o português significa Síndrome Sem Nome, é uma doença nova. está a afetar centenas de crianças em Inglaterra e o caso mais conhecido é o de Charlie Parkes. Os pais encetaram uma verdadeira campanha para dar a conhecer a enfermidade. A doença provoca vários problemas neurológicos graves, que afetam a capacidade motora, a linguagem e o comportamento, entre outras. Antes de nascer, os médicos perceberam que o cérebro do menino tinha «alterações». O pequeno Charlie passou os primeiros anos de vida no hospital sem que os médicos conseguissem um diagnóstico final. «Tínhamos uma quantidade de peças de um quebra cabeças, mas que não encaixavam num todo. Ainda não temos a imagem completa. Ou seja, ainda não temos nome para dar à doença do nosso filho», explica à CNN Laura Parkes, mãe da criança.

Doença nova leva a híper mobilidade, alergias e sistema imunitário débil, entre outros

Charlie tem dificuldades no processamento sensorial, híper mobilidade, alergias, sistema imunitário débil, complicações digestivas, ansiedade e desordens de comportamento. «Vimos todos os especialistas que existem na área da Medicina, mas como não há um diagnóstico final, tivemos que lutar para ter apoio do estado, pois o Charlie não encaixava em lado nenhum», relembrou a progenitora. Laura, o marido Steve e a filha Chloe (irmã mais velha de Charlie) vivem na zona de Northamptonshire.

Médicos chegaram a acreditar que os pais do menor inventavam sintomas

O menino frequenta uma escola regular, depois de uma verdadeira guerra para que algum estabelecimento de ensino o aceitasse. Nos primeiros anos da doença, os médicos chegaram a acreditar que os pais do menor inventavam sintomas. Algo que mudou quando ficaram a conhecer a Associação SWAN, cuja missão é alertar para o aumento de casos em Inglaterra. «A maioria das famílias sabe que, para já, não encontrarão respostas, mas o que pretendem é serem apoiados e compreendidos e que o governo olhe para estas crianças e invista na investigação da síndrome», explicou Lauren Roberts, coordenadora da associação.

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