Creche acusada de queimar bebé de cinco meses

Casal apresentou queixa no Ministério Público contra a Santa Casa da Misericórdia de Vila Velha de Ródão, alegando que a filha de cinco meses sofreu queimaduras de segundo grau quando estava aos cuidados da creche da instituição.

Creche acusada de queimar bebé de cinco meses

Creche acusada de queimar bebé de cinco meses

Casal apresentou queixa no Ministério Público contra a Santa Casa da Misericórdia de Vila Velha de Ródão, alegando que a filha de cinco meses sofreu queimaduras de segundo grau quando estava aos cuidados da creche da instituição.

Um casal apresentou queixa no Ministério Público contra a Santa Casa da Misericórdia de Vila Velha de Ródão, alegando que a filha de cinco meses sofreu queimaduras de segundo grau quando estava aos cuidados da creche da instituição.

A menina foi assistida no Hospital de Castelo Branco e transferida para a unidade de queimados do Hospital de Coimbra, onde teve alta no dia seguinte.

A mãe da criança, Gerciliane Lopes, que trabalha no lar de idosos da mesma instituição, garante que, às oito horas dessa manhã, deixou a filha na creche sem qualquer marca no corpo. Por volta das 10h30 acabou por ser chamada pela diretora. “Estranhei a reação da funcionária, que disse muito irritada: «Não fui eu»’, recorda.

Segundo relata, foi-lhe perguntado o que tinha sucedido à bebé, insinuando que a queimadura teria sido feita em casa. “Disseram-me que eu tinha de ir trabalhar, que já tinham colocado uma pomada na menina e que não era preciso levá-la ao hospital”, recorda.

Gabriel Saviano Lopes, pai da bebé, garante que quando chegou do trabalho, às 7h30 horas, a mulher estava a vestir os cinco filhos. “Estava tudo bem com eles”, assegura.

Tal como escreve o JN, a bebé foi transferida para Coimbra, porque, segundo a mãe, os médicos ficaram assustados com a gravidade das queimaduras. “Na opinião dos médicos, foram provocadas por líquido a ferver“, conta. “Disseram-nos que a auxiliar é muito stressada e pode ter dado o banho demasiado quente”, afirma.

Adelina Pinto, provedora da Santa Casa da Misericórdia de Vila Velha de Ródão, esclareceu que está a decorrer um inquérito interno.

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