Mar vai ser importante elemento durante presidência portuguesa

Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, defendeu que a área que tutela vai ser um “importante elemento” durante a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), num período “particularmente sensível” face às consequências da pandemia.

Mar vai ser importante elemento durante presidência portuguesa

Mar vai ser importante elemento durante presidência portuguesa

Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, defendeu que a área que tutela vai ser um “importante elemento” durante a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), num período “particularmente sensível” face às consequências da pandemia.

O ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, defende que a área que tutela vai ser um “importante elemento” durante a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), num período “particularmente sensível” face às consequências da pandemia.

“A presidência portuguesa […] tem lugar num momento particularmente sensível, em que a pandemia e as consequências socioeconómicas representam um desafio sem precedentes”, considerou o governante, que falava, por videochamada, na comissão parlamentar de Agricultura e Mar.

Durante a sua intervenção, Ricardo Serrão Santos afirmou que o mar vai ser um “importante elemento” durante a presidência portuguesa, enquanto fonte de biodiversidade, o que vai também implicar uma maior participação da sociedade civil.

Entre as atividades previstas para este semestre, o ministro destacou as negociações de quotas e de capturas máximas autorizadas, a aprovação do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, Pesca e Aquicultura, bem como realização de uma conferência sobre política marítima integrada.

No que se refere às pescas, o governante adiantou que o objetivo passa por trabalhar uma política comum “sólida”, dando continuidade à sua implementação e financiamento, garantindo a gestão sustentável dos recursos.

Já no âmbito da política marítima integrada, Portugal quer ter uma agenda azul “forte e focada no investimento”.

“As questões do mar e do oceano não são menores para a Comissão Europeia e não o serão também durante a presidência portuguesa”, concluiu.

Portugal assumiu em 01 de janeiro a presidência do Conselho da UE, sucedendo à Alemanha.

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