“Para mim seria mais fácil ir-me embora e ter as férias que não tive, não é altura de demissões”

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, reiterou que não tem intenção de se despedir, afirmando que agora é tempo de ações e não de reações.

“Para mim seria mais fácil ir-me embora e ter as férias que não tive, não é altura de demissões”

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, reiterou que não tem intenção de se despedir, afirmando que agora é tempo de ações e não de reações.

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, reiterou hoje que não tem intenção de se despedir, afirmando que agora é tempo de ações e não de reações.

“Para mim seria mais fácil, pessoalmente, ir-me embora e ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões”, afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo.

Pelo menos 29 pessoas morreram nos mais de 500 incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia do ano em fogos, revelou hoje a Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC).

Segundo a adjunta de operações da ANPC, Patrícia Gaspar, que falava no ‘briefing’ da manhã de hoje, as vítimas mortais foram registadas nos distritos da Guarda, Coimbra, Viseu e Castelo Branco.

A ministra, que falou a seguir a uma reunião com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Carnaxide, Lisboa, apontou a necessidade de fazer mudanças estruturais.

“Além do ordenamento da floresta”, as mudanças “poderão passar pela profissionalização dos bombeiros e por habilitar as comunidades mais diretamente ameaçadas pelos fogos florestais para a defesa preventiva dos fogos”, afirmou.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 mortos e mais de 200 feridos.

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