Mãe do assassino não foi ao casamento. Amélia Fialho foi quem pagou a lua-de-mel

A mãe de Iuri defende a teoria de que todo o homicídio foi pensado e executado por Diana.

Mãe do assassino não foi ao casamento. Amélia Fialho foi quem pagou a lua-de-mel

Mãe do assassino não foi ao casamento. Amélia Fialho foi quem pagou a lua-de-mel

A mãe de Iuri defende a teoria de que todo o homicídio foi pensado e executado por Diana.

Quando Diana Fialho e Iuri Mata subiram ao altar a 14 de julho, a família dele ficou de fora. Apenas foi convidada a avó. Casaram na Igraja Matriz do Montijo, a mesma que frequentava a professora Amélia Fialho.

«Nunca percebi porque ele não em convidou. Apenas foi a avó», lamentou a mãe do rapaz, Orlanda. Esta defende a teoria de que todo o homicídio foi pensado e executado por Diana. A mãe de Iuri já referiu em entrevista ao Correio da Manhã que quando ligava ao filho, era a mulher quem atendia, e que fez com que este se afastasse da família.

Iuri ligou à mãe da prisão

«Só soube o que aconteceu quando o meu filho me ligou da PJ, às 5h30, e disse que tinha feito asneira», contou,. entre lágrimas, a mãe de Iuri ao Correio da Manhã.

«Perguntei-lhe onde estava a Amélia e ele ficou em silêncio», recorda. Segundo esta, Amélia já lhe tinha dito gostar bastante de Iuri.

Foi até a professora quem pagou a lua de mel do casal a Viena de Áustria. Orlanda recorda ainda que Amélia ajudou Iuri financeiramente para que este pagasse os estudos.

LEIA MAIS: Professora Amélia Fialho foi drogada, agredida e queimada viva

Os dois suspeitos detidos na madrugada de sexta-feira, cerca das 02:00, e as autoridades acreditam que o crime foi cometido no sábado. Drogaram Amélia, deixaram-na adormecer e agrediram-na na cabeça com um martelo. Enrolaram-na numa manta e desceram até à garagem e elevador, arrastando o corpo, colocando-o depois na bagageira do carro.

Levaram depois o corpo para uma zona descampada em Pegões, onde regaram o cobertor e o corpo com gasolina. Pelo caminho, terão parado para comprar a gasolina e o isqueiro que usaram para incendiar o corpo.

Os dois suspeitos vão aguardar julgamento nos estabelecimentos prisionais de Tires e do Montijo, respetivamente.

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