Tabaco a apodrecer por falta de mercado

Tabaco a apodrecer por falta de mercado

Produtores de tabaco do centro de Moçambique arriscam-se a ver grandes quantidades de excedentes de tabaco a deteriorar-se.

Produtores de tabaco dos distritos de Angónia e Macanga, na província de Tete, centro de Moçambique, arriscam-se a ver grandes quantidades de excedentes de tabaco a deteriorar-se, devido à falta de mercado, noticia hoje a Agência de Informação de Moçambique (AIM).

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O tabaco acabou por ficar nas mãos dos camponeses, porque a Moçambique Leaf Tobacco (MLT), a única empresa que compra a produção nos dois distritos não teve dinheiro suficiente para absorver o produto, conta a agência noticiosa estatal, citando os produtores.

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O administrador do distrito de Angónia, Paulo Sebastião, disse, numa conferência de imprensa, que estão a ser feitos contactos para que empresas do Maláui e de África do Sul comprem o excedente de tabaco existente na província de Tete.

«Esta medida é para salvaguardarmos a produção de tabaco dos camponeses»

Paulo Sebastião assinalou que será feito um levantamento da quantidade real de tabaco na posse dos produtores, para permitir uma coordenação com eventuais interessados na compra do tabaco.

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«Pai, és inocente de tudo quanto te acusam?» [Marta Cruz, filha de Carlos Cruz]
Na passada terça-feira, 26 de junho, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) deu em parte razão ao apresentador Carlos Cruz. Para os juízes daquela instância supranacional, a aplicação da Justiça no processo Casa Pia falhou.

O TEDH concluiu que o Tribunal da Relação de Lisboa devia ter aceitado as novas provas apresentadas por Carlos Cruz no recurso. O que não aconteceu.

«Estão a lançar junto dos miúdos nomes falsos, com algumas ‘notazitas’ à mistura. Não são precisas muitas», Catalina Pestana

Entre estas novas provas estavam, por exemplo, a admissão de Teresa Costa Macedo de que mentiu no ‘lançamento’ do caso Casa Pia. Foi, aliás, condenada por «crimes de falsidade de testemunho no julgamento do processo Casa Pia».

A antiga secretária de Estado para a Família entre 1980 e 1983, com a tutela da maior instituição de acolhimento do País, não tinha identificado Carlos Cruz , como dissera, em fotografias de relatórios que guardara desde aqueles anos da década de 1980.

Veja esta grande reportagem, no vídeo que está a levantar polémica junto de toda a sociedade, AQUI.


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