Cantora Kerry Katona revela que ex-marido ameaçava injetar heroína na filha de ambos

A cantora Kerry Katona, que fez parte da banda Atomic Kitten, conta detalhes do relacionamento abusivo que teve com o ex-marido, o antigo jogador de rugby George Kay.

Cantora Kerry Katona revela que ex-marido ameaçava injetar heroína na filha de ambos

A cantora Kerry Katona, que fez parte da banda Atomic Kitten, conta detalhes do relacionamento abusivo que teve com o ex-marido, o antigo jogador de rugby George Kay.

A cantora Kerry Katona, que fez parte da banda Atomic Kitten – que fez grande sucesso nos anos 90 -, revela que o ex-marido, o antigo jogador de rugby George Kay, ameaçava injetar a filha de ambos com heroína. A artista conta pormenores do relacionamento abusivo na autobiografia, Whole Again – Love, Life and Me, referida pela OK! Magazine. George e Kerry casaram-se em 2014, tiveram uma filha, Dylan Jorge (DJ como é carinhosamente tratada pela mãe), atualmente com 8 anos, mas a relação foi pautada pelos constantes abusos. Separaram-se em 2017.

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“Ele planeava injetar heroína na nossa filha e depois matar-se. Ainda hoje defendo a minha decisão de o ter impedido de ver Dylan, sei que estava certa. E dizia-lhe isto perante o túmulo dele”, revela. George Kay morreu em 2019, aos 39 anos, com uma overdose. Mesmo depois da morte do atleta, Kerry assume ter medo do ex-marido. “O George tem tanto poder sobre mim, mesmo na morte. Ainda tenho medo que ele me apanhe. Era tão manipulador e calculista. Também estou ciente de que George está morto e não está aqui para contar o seu lado da história, mas tudo isto é um facto – e é a minha verdade”, afirma.

Kerry diz que o ex-marido ameaçou violar a mãe e cortá-la à sua frente

Kerry Katona revela ainda à OK! Magazine que o ex-marido a estrangulou, lhe bateu e cuspiu quando ela estava grávida da filha de ambos e ainda lhe punha as culpas em cima. “Ele foi tão mau para mim. Garanto, se ele ainda fosse vivo e eu ainda estivesse com ele, estaria morta. A minha mãe dizia-me que estava constantemente à espera que a polícia lhe fosse bater à porta e a informasse que ele me tinha matado”, revela. “Uma vez, tirei fotos do meu corpo espancado e enviei-as para a minha mãe e para o meu empresário e disse-lhes: ‘se me acontecer alguma coisa, não fui eu que fiz isto a mim, foi o George'”, relembra.

A artista terá conseguido uma ordem de restrição contra o atleta, mas continuava a acreditar que a família estava em perigo. Kerry diz ainda que Dylan, na altura com apenas três anos, não queria falar com o pai. Durante uma chamada por Facetime, a criança recusou-se a falar com o progenitor, então foram ameaçadas. “Ele estava a ameaçar-nos e de repente diz-me: ‘Como está a sua mãe, Kerry? Está bem?’ Piscou o olho e desligou a chamada”, relata.

Já antes deste telefonema, George havia ameaçado a mãe da artista. “Antes deste telefonema, ameaçou violar a minha mãe e cortá-la à minha frente. Nunca sabia o que ele ia fazer a seguir. Estava com medo que ele pudesse mesmo fazer mal à minha mãe ou à DJ”, diz.

A relação com a família do ex-marido também é conturbada e Kerry acusa-a de nunca lhe terem dito onde George está enterrado.  “Se eu soubesse onde está o túmulo dele, de certeza que levaria DJ a visitá-lo”, conta, dizendo que os familiares paternos não mantém relação com a criança.

Fotos: Reprodução Instagram Kerry Katona e iMDB

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