O ponto G masculino existe (sabe onde fica?)

Onde fica o ponto G masculino? «Numa zona em contacto com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação de muito prazer».

O ponto G masculino existe (sabe onde fica?)

O ponto G masculino existe (sabe onde fica?)

Onde fica o ponto G masculino? «Numa zona em contacto com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação de muito prazer».

Sim, há um ponto G masculino. Existe mesmo? Sim e fica «na zona entre os testículos e o ânus (incluindo também este) e é uma zona muito sensível», situa Marta Jesús Camuñas, sexóloga de Amaltea, um centro de educação e medicina sexual em Zaragoza, Espanha. À tal «zona entre os testículos e o ânus» dá-se o nome de períneo e os especialistas localizam o ponto G masculino no interior do reto a «quatro a seis centímetros de profundidade». «É uma zona em contacto com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação muito prazer. Embora, como acontece no sexo, o prazer dependa de muitos fatores, além do fisiológico. Há a situação e a companhia, que influenciam de forma muito poderosa o desejo», aprofunda a especialista.

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Massajar o ponto G masculino é bom e faz bem

Outro dos argumentos que os curiosos defendem sobre a massagem prostática é o que «qualquer parte do corpo que receba estimulação correta será beneficiada», observa observa Raúl González Castellanos, sexólogo, psicopedagogo e codiretor do centro de terapias sexológicas e psicológicas Ars Amandi, em Madrid. «Embora já tenha demonstrado que a ejaculação frequente não é boa apenas para a espermatogénese – isto é: produção de espermatozóides – e também para adiar os problemas de próstata, ainda se sabe pouco» sobre a temática. Por outro lado, massajar o ponto G masculino além de beneficiar a saúde promove o prazer. «Ter a zona anal em conta também pode ser uma opção sexual para homens que, por determinadas circunstâncias, não tenham ereções», conclui Castellanos.

A porta de trás sem preconceitos

Para os que se dispuserem a explorar a porta de trás, sem receios nem preconceitos, o sexólogo aconselha a que «seja algo combinado entre as partes e que haja um mínimo ingrediente de curiosidade e de desejo». É preciso, «também, reforçar a higiene e experimentá-lo muito devagar, já que a musculatura do esfíncter anal é concêntrica e será preciso dilatá-la pouco a pouco». As sex shpos dispõem de pequenos dildos e de lubrificantes especialmente desenvolvidos para esta área delicada.

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