Idosos portugueses continuam em risco de pobreza

Idosos portugueses continuam em risco de pobreza

O risco de pobreza em Portugal é cada vez menor, mas há dois grupos que vão contra esta tendência e vivem numa situação limite.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou os dados sobre o risco de pobreza em Portugal e os resultados, embora positivos, suscitam alguns alarmes.

Em termos gerais, o número de pessoas em risco de pobreza em Portugal é, efectivamente, cada vez menor. Em 2017, 17,3% da população portuguesa encontrava-se numa zona perigosa, o que significa uma quebra de um ponto percentual em relação a 2016. Este decréscimo é o terceiro consecutivo e leva a taxa risco para o valor mais baixo de 2003.

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O Instituto Nacional de Estatística sublinha que a intensidade da privação material «reduziu pela primeira vez desde o início da década» mas que «manteve-se uma forte desigualdade na distribuição de rendimentos».

Contudo, quando analisados os grupos específicos da terceira idade e dos desempregados, os números invertem-se e é registado um crescimento. Segundo a divulgação do INE, e embora os números do desemprego estejam a baixar, houve um aumento do risco de pobreza para os desempregados, passando de 44,8% em 2016 para 45,7% em 2017.

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Idosos também em risco de pobreza

Também na população reformada os números também cresceram, com uma passagem de 15,1 pontos percentuais em 2016 para 15,7 em 2017.

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