O novo Super-Homem é bissexual e ativista

O “símbolo do Super-Homem sempre foi a esperança, a verdade e a justiça”, sublinha Tom Taylor, que refere ainda que “hoje este símbolo é algo mais e que mais pessoas se podem reconhecer no super-herói mais poderoso da banda desenhada”.

O novo Super-Homem é bissexual e ativista

O novo Super-Homem é bissexual e ativista

O “símbolo do Super-Homem sempre foi a esperança, a verdade e a justiça”, sublinha Tom Taylor, que refere ainda que “hoje este símbolo é algo mais e que mais pessoas se podem reconhecer no super-herói mais poderoso da banda desenhada”.

“John Kent (filho de Clark Kent e da jornalista Lois Lane) encontrou a sua identidade (…) O novo Super-Homem parece ser bissexual”, anuncia a  DC Comics. “Sempre disse que todos precisam de heróis e têm o direito de se verem representados nestes heróis”, justificou o autor da banda desenhada, Tom Taylor, num comunicado citado pela AFP. O anúncio faz-se acompanhar de uma imagem onde o super-herói beija na boca outro jovem, um jornalista chamado Jay Nakamura.

O “símbolo do Super-Homem sempre foi a esperança, a verdade e a justiça”, sublinha Tom Taylor, que refere ainda que “hoje este símbolo é algo mais e que mais pessoas se podem reconhecer no super-herói mais poderoso da banda desenhada”.

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Mas as mudanças não ficam por aqui. Agora, o Super-Homem envolve-se em temas como injustiças sociais, alterações climáticas ou a crise dos refugiados. “Um novo Super-Homem tinha de ter novas lutas — problemas do mundo real — pelos quais pudesse lutar como uma das pessoas mais poderosas do mundo”, explicou o autor.

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