Laura Ferreira, mulher de Pedro Passos Coelho, «lutou muito por viver»

José Manuel Fernandes relata os últimos momentos de Laura Ferreira, mulher de Pedro Passos Coelho. «Houve uma aceleração da doença e, no último ano, ela teve conhecimento de que a situação se tinha agravado bastante»

Laura Ferreira, mulher de Pedro Passos Coelho, «lutou muito por viver»

José Manuel Fernandes relata os últimos momentos de Laura Ferreira, mulher de Pedro Passos Coelho. «Houve uma aceleração da doença e, no último ano, ela teve conhecimento de que a situação se tinha agravado bastante»

«Laura Ferreira lutou muito por viver». Quem o garante é José Manuel Fernandes. Numa análise, na rádio Observador, o publisher do jornal digital revela alguns detalhes sobre os últimos tempos de vida da mulher de Pedro Passos Coelho, que morreu esta terça-feira, 25 de fevereiro.

«Houve uma aceleração da doença e, no último ano, ela teve conhecimento de que a situação se tinha agravado bastante», diz José Manuel Fernandes. Laura Ferreira foi inicialmente diagnosticada com um cancro no joelho mas, em 2017, descobriu que a doença se tinha alastrado aos pulmões. «Ela foi sempre acompanhada no Serviço Nacional de Saúde. Pedro Passos Coelho nunca quis que fosse de outra forma e nem sequer provavelmente tinha possibilidades para que fosse de outra forma», salienta o publisher do Observador.

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«Laura Ferreira lutou muito por viver». Quem o garante é José Manuel Fernandes. Numa análise, na rádio Observador, o publisher do jornal digital revela alguns detalhes sobre os últimos tempos de vida da mulher de Pedro Passos Coelho, que morreu esta terça-feira, 25 de fevereiro.

«Houve uma aceleração da doença e, no último ano, ela teve conhecimento de que a situação se tinha agravado bastante», diz José Manuel Fernandes. Laura Ferreira foi inicialmente diagnosticada com um cancro no joelho mas, em 2017, descobriu que a doença se tinha alastrado aos pulmões. «Ela foi sempre acompanhada no Serviço Nacional de Saúde. Pedro Passos Coelho nunca quis que fosse de outra forma e nem sequer provavelmente tinha possibilidades para que fosse de outra forma», salienta o publisher do Observador.

Passou o Natal em Casa

A mulher do antigo primeiro-ministro foi acompanhada inicialmente no Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (mais conhecido como Amadora-Sintra). «Nos últimos tempos, esteve internada no Instituto Português de Oncologia e sei que, por altura do Natal, em circunstâncias especiais, ela melhorou um pouco e foi possível passar o Natal em casa. Ela fez muita questão que isso acontecesse», recorda José Manuel Fernandes. Tal como a NOVA GENTE avançou na altura.

Pedro Passos Coelho esteve afastado da vida política nos últimos dois anos, que coincidiram com a fase final da doença da mulher. O seu tempo era dedicado a dar aulas e a cuidar da mulher. «Nos últimos meses ela não podia comer sozinha. Estava a oxigénio nos períodos em que estava em casa e ele tinha que lhe dar assistência direta», relata o publisher do Observador.

«Quem o acompanhou sabe que ele [Passos Coelho] era muito dedicado»

Neste relato, José Manuel Fernandes diz que Laura Ferreira deu «muita estabilidade» ao ex-líder do PSD.«Pedro Passos Coelho tinha tido um casamento [nr: com Fátima Padinha] que não tinha acabado bem e o segundo casamento deu-lhe muita estabilidade». O responsável do jornal digital refere ainda relatos de profissionais de saúde que acompanharam Laura Ferreira e que atestaram a total dedicação de Pedro Passos Coelho.

«Quem o acompanhou sabe que ele era muito dedicado. Conheço alguns que me falaram disso. Sempre que era necessário, ele passava a noite nesses hospitais e, como toda a gente sabe, os hospitais do Serviço Nacional de Saúde não são hospitais que estejam muito bem preparados para isso», explica. José Manuel Fernandes assegura ainda que Pedro Passos Coelho «fez tudo o que foi possível» para que a mulher «tivesse as melhores condições nos momentos finais de vida».

O velório de Laura Ferreira realiza-se esta quarta-feira, 26 de fevereiro, às 19h00, no Centro Funerário de Cascais, em Alcabideche. O funeral é no dia seguinte.

Texto: Raquel Costa; Fotos: Impala

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