Concorrente do Big Brother revela que sofreu de anorexia nervosa

Joana Albuquerque revelou na presença de outros colegas da casa do “Big Brother” que sofreu de anorexia nervosa. A doença causou, na altura, uma perda drástica de peso.

Concorrente do Big Brother revela que sofreu de anorexia nervosa

Joana Albuquerque revelou na presença de outros colegas da casa do “Big Brother” que sofreu de anorexia nervosa. A doença causou, na altura, uma perda drástica de peso.

Joana Albuquerque, de apenas 21 anos, confidenciou aos restantes concorrentes do “Big Brother – Duplo Impacto” um facto até então nunca antes mencionado na casa mais vigiada do País. A jovem designer sofreu de anorexia nervosa por causa do “stress” que enfrentou na faculdade, alegou ela. A revelação aconteceu durante o almoço deste domingo, a poucas horas de mais uma gala do reality show da TVI.

Enquanto falavam do valor nutricional de certos alimentos, a beta de Cascais deixou escapar: “Eu como imensa cenoura crua. Quanto tinha anorexia nervosa, só comia cenouras ao jantar” Bruno Savate, com quem Joana Albuquerque se envolveu na casa mais vigiada do País, fez um ar de espanto. Esta anuiu com a cabeça. “Perdi sete quilos numa semana. Esquecia-me de comer e, quando comia, não conseguia comer mais nada sem ser cenouras cruas”, assumiu, com uma Noélia Pereira particularmente curiosa com este assunto.

Segundo a própria, o transtorno alimentar teve início em “setembro, outubro” do ano passado e durou aproximadamente “dois meses”. Sandrina Pratas questionou-a, depois, se o problema de saúde estaria associado ao facto de ter sofrido de bullying. A cascalense negou, dizendo que só enfrentou o problema referido pela colega “quando era mais nova”. Como dá conta a Nova Gente, a conversa ficou-se por ali, com Joana Albuquerque a não revelar mais detalhes sobre o assunto.

95% dos casos de anorexia nervosa são em mulheres

De acordo com a CUF, em informações disponibilizadas no seu site, “a anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por uma distorção da imagem corporal, com um medo extremo da obesidade e a incapacidade em manter um peso mínimo normal dentro dos 15% do peso corporal ideal. Os pacientes com esta patologia têm a perceção de que estão gordos, quando na realidade se encontram extremamente magros”, continua aquela unidade de saúde, referindo que “95% dos casos” de anorexia nervosa são diagnosticados ao género feminino.

“A nível psicológico é frequente a manifestação de sintomas como tristeza, baixa autoestima, autocrítica, isolamento social, irritabilidade, ansiedade e insónia. A nível comportamental é bastante comum que haja situações de ocultação de alimentos, simulação de refeições e uma recusa ou preocupação excessiva em alimentar-se em público. Normalmente, estes pacientes negam a sua condição, colocando em causa o acesso ao tratamento”, esclarece ainda a CUF.

Texto: Dúlio Silva; Fotos: reprodução TVI e redes sociais

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