O casamento-arraial do príncipe Quimbé e da Cinderela Ana Palma

Quimbé e Ana Palma casaram-se. Não foi um casamento tradicional. Tal como não é tradicional a história de amor que o ator e a produtora vivem há 13 anos.

A 7 de julho, Quimbé e Ana Palma casaram-se. Não foi – podia lá ser… – um casamento tradicional. Tal como não é tradicional a história de amor que o ator e a produtora vivem há 13 anos.

«Estamos a almoçar – eu, a Ana e os miúdos [Dinis, de 14 anos, Vasco, de 10, e Lucas, de 7] – e contámos-lhes. ‘Vocês são uns privilegiados. Vão assistir ao casamento dos vossos pais’», conta Quimbé. Foi assim que deram a notícia de que a união iria ser oficialmente selada.

«A avó não te convidou para o casamento dela?» Questionou um dos rapazes. «Não, filho. Dantes, primeiro as pessoas casavam-se. E depois é que tinham os filhos», explicaram Quimbé e Ana, que «sempre teve o sonho de se casar com um bebé nos braços, em vez de um buquê de noiva».

Quimbé e Ana conheceram-se e iniciaram a relação há 13 anos, um ano depois de ter nascido Dinis, fruto de uma anterior relação da produtora. «É meu filho tanto quanto o Vasco e o Lucas», sente o ator. «Durante dois anos», tentaram uma menina. «Depois não aconteceu e ficámos pelos três rapazes.»

O príncipe Quimbé e a Cinderela Ana Palma

No momento da troca de votos, Quimbé contou a história das alianças que Lucas deixou cair, entre a relva a caminho do altar improvisado na Quinta dos Leitões, em que poucos das centenas de familiares e amigos convidados acreditaram à primeira. «Juro», repetiu várias vezes.

Em 1994, Quimbé escolheu as alianças para o seu casamento. Fê-lo, claro, muito antes de conhecer a companheira, mulher e mãe dos seus três filhos. «Vi as alianças do filme The Crow e fixei a ideia de que seriam as do meu casamento.» E são.

No momento em que o noivo colocou o símbolo de comprometida no anelar esquerdo de Ana Palma, a aliança deslizou. Nem larga, nem apertada. A aliança que o ator comprou há 24 anos tinha a exata medida da mulher por quem viria a apaixonar-se 11 anos depois. Se esta não é a história do príncipe Quimbé e da Cinderela Ana Palma…?

Casamento-arraial

Independentemente de alguns dos ritos indispensáveis ao cerimonial de um casamento terem sido cumpridos – a noiva de vestido branco, o noivo de fato e gravata… –, muito do resto foi à semelhança da imagem de marca de Quimbé.

Jogos tradicionais, minis em gigantes baldes de gelo espalhados pela quinta, petiscos, música pimba e tudo o que compõe um genuíno arraial.

«Queríamos que fosse assim, nada do que os nossos já tivessem experimentado. Que fosse um casamento onde todos se sentissem em casa. Que se divertissem. Que fosse a p*ta da loucura», explica Quimbé, aludindo ao seu espetáculo que percorre o País com Rubim Fonseca, marido de Mónica Sofia.

O casamento do príncipe Quimbé e da Cinderela Ana Palma foi mesmo isso… E depois lá foram eles viverem felizes para sempre.

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