Anna Eremin assustada por causa de cancro

Anna Eremin teve uma depressão, mas todos os sintomas a levaram a acreditar que tinha um cancro. A atriz recorda essa fase difícil e fala ainda sobre a morte de Pedro Lima.

Anna Eremin assustada por causa de cancro

Anna Eremin teve uma depressão, mas todos os sintomas a levaram a acreditar que tinha um cancro. A atriz recorda essa fase difícil e fala ainda sobre a morte de Pedro Lima.

Anna Eremin já teve uma depressão e, antes do diagnóstico, pensou que tinha cancro. A atriz deu uma entrevista à revista NOVA GENTE e contou a razão pela qual acreditou que tinha uma doença oncológica.

“Sou humana e tonta… e ‘googlei’ [pesquisar no Google] os sintomas que eu conseguia ver. Estava a engordar, tinha muita prisão de ventre e imensas borbulhas. Achei claríssimo que tinha problemas de tiroide e (porque não?) cancro”, afirmou.

Anna Eremin já tinha revelado publicamente que, numa primeira fase da depressão, negou a ajuda de quem estava mais próximo. Só mais tarde, mudou de ideias e aceitou que precisava de tratamento.

“Já não tinha nada a perder. Se já me sentia morta, então, o que teria a perder em experimentar outra coisa? Tive a sorte de ter pessoas ao meu lado com experiência nestes problemas e que me conhecem bem o suficiente para me conseguir convencer. Tive sorte. Acho que foi mesmo isso”, afirmou, sublinhando ainda o facto de muitas pessoas sofrerem desta doença sem saber que a têm.

“Não tem propriamente sintomas claros, como uma gripe ou uma pneumonia. E quanto mais se alastra, mais difícil é aceitar que pode ser um problema. Se a própria doença tira a vontade de viver, como se volta a querer fazê-lo? É muito assustador e complexo”.

Anna Eremin recorda morte de Pedro Lima

No verão passado, dias depois de Pedro Lima ter morrido, a atriz escreveu um logo texto nas redes sociais, no qual falou pela primeira vez da depressão que teve. “Não pensei muito, na altura. A morte mexe comigo de uma forma estranha. Dá-me a noção do quão efémero tudo isto é. Deixa-me com muito mais urgência de viver (e eu já tenho muita)”, explicou.

“Estive o fim de semana todo com um aperto na garganta, enquanto lia as notícias que iam saindo, e o texto surgiu sozinho… Acho que tenho uma presunção muito infantil de que posso salvar o Mundo… Senti necessidade de partilhar o que é  aminha verdade, na esperança de ajudar alguém”, concluiu ainda Anna Eremin.

A entrevista completa pode ser lida na edição impressa da NOVA GENTE, já à venda em banca

Texto: Patrícia Correia Branco

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