«Sérgio Conceição deu bofetada no nosso diretor», lembra presidente do Marítimo

O dirigente afirmou que Sérgio Conceição “já habituou a não saber perder”, referindo que o técnico “obriga-se a ‘bater’ quase em tudo e em todos, incluindo, no seu vice-presidente, que para não lhe dar um soco, deu no vidro do banco”.

«Sérgio Conceição deu bofetada no nosso diretor», lembra presidente do Marítimo

«Sérgio Conceição deu bofetada no nosso diretor», lembra presidente do Marítimo

O dirigente afirmou que Sérgio Conceição “já habituou a não saber perder”, referindo que o técnico “obriga-se a ‘bater’ quase em tudo e em todos, incluindo, no seu vice-presidente, que para não lhe dar um soco, deu no vidro do banco”.

O Marítimo viu o estádio ser interdito à conta da nota negativa ao relvado após o jogo com o FC Porto, encontro que trouxe mais “alarido por ser mediático” disse o presidente do Marítimo. “Uma coisa que não podemos alterar é o mediatismo de cada um dos jogos, porque se o jogo não fosse tão mediático e, se as pessoas já não viessem com a predisposição de arranjar argumentos para uma coisa menos boa que tivesse acontecido, com certeza que o alarido não teria sido tão grande”, afirmou Carlos Pereira, enfatizando “que isto tem muito a ver com não saber perder pontos”.

O líder maritimista acusou o FC Porto “de fazer imagens que não correspondem à realidade”, tiradas antes da preparação do campo, enquanto a areia ainda não tinha sido distribuída e “intencionalmente mandar publicar”. “Bem como um operador da Sport TV, vamos lá saber por quem é que ele foi encomendado, para fazer umas imagens, muito perto, fora da linha de marcação e com alguma intenção”, referiu Carlos Pereira, estendendo as críticas ao treinador portista.

«Não foi capaz de conter a insatisfação e deu uma bofetada»

O dirigente ‘verde rubro’ afirmou que Sérgio Conceição “já habituou a não saber perder”, referindo que o técnico português “a não saber perder, obriga-se a ‘bater’ quase em tudo e em todos, incluindo, no seu vice-presidente, que para não lhe dar um soco, deu no vidro do banco”. “Como também, enquanto treinador do Braga não foi capaz de conter a sua insatisfação e deu uma bofetada no nosso diretor. Como também não é possível que na semana passada, no jogo do Famalicão, pudesse ter uma contenção verbal, quando a culpa pode ser atribuída a ele exclusivamente, por aquilo que tem sido um mau jogo que o Porto tem praticado”, continuou o presidente insular.

Para Carlos Pereira o jogo de domingo diante do FC Porto, “teve a ver a raça contra a vaidade”, enfatizando que o “Marítimo levou a vantagem de querer vencer”. “Como também não posso esquecer e penso que não deve ter sido da relva que na época passada o Marítimo foi ganhar ao Estádio do Dragão”, frisou.

Os ‘verde rubros’ ficaram com o estádio interditado após o relvado ter recebido nota negativa da Comissão Técnica da Liga de clubes pela segunda vez, “medida que resulta de novas regras estabelecidas pela Liga Portugal para a época 2021-22” de acordo com o sítio do organismo na Internet. O relvado recebeu uma classificação de 1,67, numa escala até cinco, após a receção dos insulares ao FC Porto, no domingo, para a terceira jornada da I Liga, a primeira nota negativa (2,06) foi na primeira jornada diante do Sporting de Braga (0-2).

Carlos Pereira culpa altas temperaturas

“Que o relvado esteja visualmente menos conseguido eu até posso admitir, mas também sabendo do acompanhamento que tem sido feito por parte da própria Liga, acho que é a própria Liga a dizer mal daqueles que trabalham efetivamente para si”, afirmou o dirigente, culpando as altas temperaturas que se fizeram sentir na região, que causaram um “efeito estufa” no recinto desportivo.

O dirigente dos ‘leões’ da Madeira garantiu à Lusa que o plano de reabilitação está a ser acompanhado pela Liga e conta com a “ajuda de técnicos” e que o clube não tem feito contenção de gastos para melhorar as condições da relva. Com a previsão de diminuição das temperaturas e uma paragem para jogos de seleções, o presidente maritimista está confiante que a receção ao Arouca, em 12 de setembro, será no estádio dos Barreiros, mas não descarta o Complexo Desportivo da Madeira, na Ribeira Brava, como alternativa.

“Se não for possível, o que eu não acredito, porque a temperatura a baixar da forma como nós sentimos que esta semana e na próxima vai baixar, nós vamos ter condições para recuperar. Se assim não for, nós já solicitamos vistorias para podermos utilizar o Complexo Desportivo da Madeira”, disse, referindo que jogar no continente “não é opção”.

Segundo um comunicado publicado hoje pela Liga Portugal, o Estádio do Marítimo vai receber já nesta nesta terça-feira, uma visita da Comissão Técnica de Vistorias (CTV). “Será a CTV, após a interdição preventiva já decretada, a recomendar à Direção da Liga as medidas administrativas a ser aplicadas, sendo ainda da competência desta Comissão a avaliação positiva para que a interdição possa ser levantada”, pode ler-se no mesmo documento.

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