Novos radares inteligentes registam infrações e passam multa na hora

O primeiro radar inteligente que regista infrações e passa multas na hora entrou em funcionamento na Autoestrada de Cascais. Nas primeiras três horas, multou 50 automobilistas.

O primeiro dos novos radares inteligentes que registam infrações e passam multas na hora entrou em funcionamento na Autoestrada de Cascais (A5) e foi o primeiro de 30 do novo Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO). Nas primeiras três horas, multou 50 automobilistas.

Na A5, em três horas 50 automobilistas foram caçados e multados num piscar de olhos

Os novos radares inteligentes do SINCRO fazem deteção automática da infração de excesso de velocidade e apanham em média 50 infratores por cada três horas.

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Funcionam sem intervenção humana e quem for detetado em excesso de velocidade pelos aparelhos não escapa à multa. Este sistema, a funcionar em pleno desde  janeiro, conta com 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados «extremamente críticos», segundo o ministério da Administração Interna.

Os novos radares inteligentes não perdoam: registam a infração e multam sem intervenção humana

De acordo com o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, citado pela Lusa, os 30 radares de controlo de velocidade não vão ser fixos, rodando, num sistema aleatório, nas 50 cabinas colocadas em locais críticos.

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A  comunicação da informação dos radares é processada através da aplicação Sistema de Gestão de Eventos de Trânsito (SIGET), que faz a ligação com o Sistema de Contraordenações de Trânsito (SCoT), para a emissão das respetivas notificações aos condutores de forma completamente automática.

A rede nacional de radares custou aos contribuintes 3,19 milhões de euros

«Quando há uma infração, estes radares comunicam automaticamente para a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, para o sistema SINCRO, que emite de imediato o auto da contraordenação, com respetiva fotografia da viatura e da matrícula e com o certificado de qualidade do radar», explica o secretário de Estado da Administração Interna.  A rede nacional de radares custou 3,19 milhões de euros ao Estado.

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