Presidente do Conselho Europeu exige fim da escalada de violência no Iraque

Charles Michel exigiu hoje o fim da escalada de violência no Iraque, na sequência da morte do general Qassem Soleimani, num ataque aéreo norte-americano ao aeroporto de Bagdad.

Presidente do Conselho Europeu exige fim da escalada de violência no Iraque

Presidente do Conselho Europeu exige fim da escalada de violência no Iraque

Charles Michel exigiu hoje o fim da escalada de violência no Iraque, na sequência da morte do general Qassem Soleimani, num ataque aéreo norte-americano ao aeroporto de Bagdad.

O presidente do Conselho Europeu, o belga Charles Michel, exigiu hoje o fim da escalada de violência no Iraque, na sequência da morte do general Qassem Soleimani, num ataque aéreo norte-americano ao aeroporto de Bagdad.

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“O ciclo de violência, provocações e retaliações a que temos vindo a assistir nas últimas semanas no Iraque tem de acabar. Tem de se evitar uma maior escalada a todo o custo. O Iraque continua a ser um país frágil. Demasiadas armas e milícias estão a atrasar o processo de regresso a uma vida normal por parte dos cidadãos iraquianos”, lê-se em comunicado.

Segundo Charles Michel, “o risco é o de um aumento da violência em toda a região e o surgimento de forças obscuras de terrorismo que se alimentam, por vezes, de tensões religiosas e nacionalistas”. A Guarda Revolucionária iraniana confirmou a morte do general Qassem Soleimani, na sequência de um ataque aéreo, esta madrugada contra o aeroporto de Bagdad, que também visou o ‘número dois’ da coligação de grupos paramilitares pró-iranianos no Iraque, Abu Mehdi al-Muhandis, conhecida como Mobilização Popular [Hachd al-Chaabi].

Quase em simultâneo, o Pentágono anunciou que foi Donald Trump a ordenar a morte do general: “Por ordem do Presidente, as forças armadas dos EUA tomaram medidas defensivas decisivas para proteger o pessoal norte-americano no estrangeiro, matando Qassem Soleimani”. Em comunicado, o Pentágono apontou que Soleimani estava “ativamente a desenvolver planos para atacar diplomatas e membros de serviços norte-americanos no Iraque e em toda a região”.

Washington também acusou Soleimani de aprovar o assalto inédito à embaixada dos Estados Unidos em Bagdad no início desta semana. O ataque ao general iraniano “tinha como objetivo dissuadir futuros planos de ataque iranianos”, precisou. Numa aparente reação, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou uma imagem da bandeira norte-americana na rede social Twitter, sem qualquer comentário.

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