Médica que atendeu menina na urgência da CUF não detetou rutura do baço

Quando Leonor chegou ao hospital «pouco ou nada havia a fazer».

Médica que atendeu menina na urgência da CUF não detetou rutura do baço

Médica que atendeu menina na urgência da CUF não detetou rutura do baço

Quando Leonor chegou ao hospital «pouco ou nada havia a fazer».

Leonor, a menina de 12 anos que morreu depois de ser atendida por duas vezes na urgência da CUF do Monte da Caparica, em Almada, sofreu uma rutura do baço. De acordo com o Correio da Manhã, a médica que atendeu a menina pela segunda vez não detetou a lesão porque não submeteu a criança a qualquer exame suplementar.

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Menina chegou ao hospital e «pouco ou nada havia a fazer»

A rutura do baço – órgão que tem como função ser uma espécie de filtro do sangue eliminando bactérias – só foi descoberta já no Hospital Garcia de Orta depois de Leonor ser transportada, pelo INEM, para o hospital em estado de hipotermia e com manchas roxas na região das costas.

Segundo a mesma publicação, que cita fonte hospitalar, quando a menina chegou ao hospital «pouco ou nada havia a fazer». Leonor foi sujeita a uma TAC ao tórtax que, além da rutura do baço, detetou também derrame pleural – acumulação excessiva de fluido entre as membranas que envolveu o pulmão -, algo que pode acontecer por várias razões, como por exemplo uma pneumonia. Contudo, este caso, poderá ser uma consequência da rutura do baço.

Leonor, de 12 anos, foi atendida por duas vezes no hospital CUF em Almada, dias antes do natal. Depois de observada, e despistada uma possível infeção urinária, foi medicada para um problema muscular que deveria desaparecer dias depois. A menina teve alta mas logo após, a família da paciente chamou o INEM, que a levou para o Garcia de Orta, onde Leonor acabou por morrer.

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