Polícia detém quatro suspeitos de matarem Marielle Franco

A política e defensora dos direitos humanos morreu em março de 2018, no Rio de Janeiro, Brasil, atingida a tiro quando regressava de um evento político.

Polícia detém quatro suspeitos de matarem Marielle Franco

Polícia detém quatro suspeitos de matarem Marielle Franco

A política e defensora dos direitos humanos morreu em março de 2018, no Rio de Janeiro, Brasil, atingida a tiro quando regressava de um evento político.

A polícia brasileira deteve esta quinta-feira, 3 de outubro, quatro suspeitos de participarem no assassinato de Marielle Franco. A política e defensora dos direitos humanos morreu em março de 2018, no Rio de Janeiro, Brasil, atingida a tiro quando regressava de um evento político. O motorista da viatura, Anderson Gomes, também não resistiu aos ferimentos.

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Detidos fizeram desaparecer a metralhadora usada para matar Marielle Franco e o motorista

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), os detidos são suspeitos de terem feito desaparecer a metralhadora usada para matar Marielle Franco e Anderson Gomes. As autoridades brasileiras referem que os detidos, Elaine Lessa, o seu irmão, Bruno Pereira Figueiredo, José Márcio Mantovano e Josinaldo Lucas Freitas atuaram para «impedir e embaraçar a investigação criminal que apura a participação de uma organização criminosa nos homicídios da vereadora Marielle Franco e do seu motorista».

Ex-polícias responsáveis pela execução do crime

Em março passado, os ex-polícias Ronnie Lessa e Elcio Vieira de Queiroz foram presos e acusados de serem os responsáveis pela execução do crime. Ronnie Lessa terá disparado contra Marielle Franco e Anderson Gomes, enquanto Vieira de Queiroz foi acusado de conduzir o carro usado para cometer o crime.

As investigações, que culminaram nas ordens de prisão, indicam que os suspeitos deitaram ao mar uma caixa com a arma utilizada no crime. A informação sobre o possível desaparecimento da metralhadora foi revelada por um pescador que disse ter sido contratado por um dos suspeitos para levá-lo ao local em que as caixas foram atiradas ao mar, no bairro da Barra da Tijuca.

Um ano e meio depois, as autoridades ainda não sabem a motivação e os mandantes do crime

O crime completou um ano e meio e, embora as autoridades tenham prendido os suspeitos de terem sido responsáveis pela execução da ativista e do seu motorista, ainda não há uma conclusão sobre a motivação, nem sobre quem foram os mandantes.

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