Mãe de Beatriz Lebre dá condolências à família de Rúben. «É sempre uma perda»

Paula, mãe de Beatriz Lebre, ofereceu condolências à família de Rúben Couto. O suspeito do homicídio de Beatriz foi encontrado morto na cela.

Mãe de Beatriz Lebre dá condolências à família de Rúben. «É sempre uma perda»

Mãe de Beatriz Lebre dá condolências à família de Rúben. «É sempre uma perda»

Paula, mãe de Beatriz Lebre, ofereceu condolências à família de Rúben Couto. O suspeito do homicídio de Beatriz foi encontrado morto na cela.

Paula, mãe de Beatriz Lebre, ofereceu as condolências à família do suspeito de ter assassinado a filha. Horas depois de se saber que ele, Rúben Couto, fora encontrado morto na cela no Estabelecimento Prisional de Lisboa, onde se encontrava por, alegadamente, ter assassinado a colega de curso por quem viveria obcecado, Paula Lebre tornou público o seu pesar. «Nunca fui de acordo, e continuo ainda a não concordar, com a pena de morte (em qualquer circunstância). Não só porque desejo viver numa sociedade com elevado nível civilizacional, mas também porque não havendo sistemas infalíveis prefiro um culpado livre a um inocente no corredor da morte», introduz Paula Lebre, antes de prestar condolências aos familiares de Rúben.

As condolências da mãe de Beatriz Lebre à família de Rúben

«Uma morte é uma morte. Quando morre uma criança ou um jovem é sempre uma perda para as famílias, como para a sociedade. É perda de património Humano. O valor da vida deve sempre ser o supremo de uma sociedade que se diz de direito e de humanos», lamenta Paula Lebre. «Uma sociedade que não mata quem matou nunca deveria preocupar-se em vasculhar imperfeições nas vítimas com intenção de encontrar justificação para a crueldade de um assassino. Numa sociedade que não mata quem matou devia, de imediato e incondicionalmente, proteger as vitimas. Sirva esta história para corrigir e melhorar os nossos valore», espera.

Rúben Couto encontrado morto na cela

Rúben Couto, que terá matado a colega de turma Beatriz Lebre, foi encontrado morto na cela, depois de detido, em 27 de maio, e onde aguardava julgamento em prisão preventiva indiciado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O estudante de Psicologia terá confessado o crime à PJ durante o interrogatório e já antes tentara o suicídio, tendo sido encaminhado para uma unidade hospitalar.

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