Detidos sete menores por participarem em violação coletiva de rapariga de 16 anos

Sete menores foram hoje detidos em Israel por suspeitas de envolvimento numa alegada violação de uma adolescente, de 16 anos, na qual participaram cerca de 30 jovens, acontecimento que indignou o país e provocou forte rejeição.

Detidos sete menores por participarem em violação coletiva de rapariga de 16 anos

Detidos sete menores por participarem em violação coletiva de rapariga de 16 anos

Sete menores foram hoje detidos em Israel por suspeitas de envolvimento numa alegada violação de uma adolescente, de 16 anos, na qual participaram cerca de 30 jovens, acontecimento que indignou o país e provocou forte rejeição.

Sete menores foram hoje detidos em Israel por suspeitas de envolvimento numa alegada violação de uma adolescente, de 16 anos, na qual participaram cerca de 30 jovens, acontecimento que indignou o país e provocou forte rejeição.

Os suspeitos, detidos na manhã de hoje, no âmbito da investigação em curso, estão a ser interrogados, informou um porta-voz da polícia à agência de notícias espanhola Efe, acrescentando que já há 10 pessoas detidas.

A alegada violação ocorreu em meados deste mês, quando a jovem visitou a cidade turística de Eilat, situada nas margens do Mar Vermelho, com um amigo, e posteriormente relatou ter sido violada por um grande grupo de homens alcoolizados.

De acordo com a versão de um dos suspeitos, um grupo de homens fez fila à entrada de um quarto de hotel e, um a um, iam entrando para ter relações sexuais com a adolescente.

O número de pessoas envolvidas – cerca de trinta – gerou uma grande agitação social nos órgãos de comunicação social israelistas e, na última quinta-feira, provocou manifestações em diferentes pontos do país.

O maior manifestação foi em Tel Aviv, onde mais de mil pessoas se concentraram no centro da cidade para mostrar solidariedade à alegada vítima e exigir políticas mais fortes contra a violência sexual.

A polémica em torno do caso também gerou a condenação das autoridades.

O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, garantiu que não era “apenas um crime contra a jovem, mas um crime contra a humanidade”, e pediu que os responsáveis fossem levados à justiça.

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