Detido jovem que fotografava mulheres despidas nas casas de banho do McDonald’s

Jovem apanhado em flagrante a fotografar uma mulher despida na casa de banho de um McDonald’s. Comportamento é reincidente e terá começado em 2019.

Detido jovem que fotografava mulheres despidas nas casas de banho do McDonald’s

Detido jovem que fotografava mulheres despidas nas casas de banho do McDonald’s

Jovem apanhado em flagrante a fotografar uma mulher despida na casa de banho de um McDonald’s. Comportamento é reincidente e terá começado em 2019.

Foi detido em flagrante um homem de 27 anos que tirava fotografias a mulheres despidas nas casas de banho de restaurantes McDonald’s. Após a detenção, as autoridades rapidamente perceberam que se tratava de um comportamento frequente. Agora, irá a ficar a aguardar julgamento em liberdade. Enquanto não vai a tribunal, e de modo a prevenir novos crimes, estão a ser distribuídas fotos do homem aos funcionários de praticamente todos os espaços que a cadeia de fast food tem no Reino Unido. Existe, segundo o The Sun, a indicação de que o homem não deverá ter acesso às casas de banho de nenhum restaurante McDonald’s.

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O autor destes crimes dá pelo nome de Asere Shumba e foi apanhado pelas autoridades a 28 de dezembro, quando cometia mais um crime. Sendo que um funcionário de um espaço situado em Derby, Reino Unido, foi fundamental para a detenção. “Achei que se fosse sentar e pedir comida, mas, em vez disso, vi-o a entrar na casa de banho feminina”, conta ao jornal. As autoridades deslocaram-se depois à casa do jovem e apreenderam todos os dispositivos eletrónicos, de modo a averiguar a quantidade de fotografias que terá em sua posse.

“O voyeurismo é grave, porque invade a privacidade e a dignidade das pessoas”

Ainda não é certo quando é que Asere Shumba começou a cometer os crimes. Sendo que, em janeiro de 2021 foi apanhado pela primeira vez. Em tribunal disse que fotografava e gravava mulheres há dois anos. Revelou ainda que ficava em compartimentos ao lado daqueles onde as vítimas estivessem. Na altura, foram descobertas mais de 400 fotografias ilícitas. “O voyeurismo é grave, porque invade a privacidade e a dignidade das pessoas”, disse, à época e segundo o jornal Mirror, o juiz. Que condenou o jovem a dois anos de trabalho não remunerado e à obrigação de participar num programa para agressores sexuais. Agora, irá, a 19 de janeiro, ser novamente presente a um juiz.

Texto: Bruno Seruca

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