Centenas de mulheres juntas em Moscovo em solidariedade com a mulher de Navalny

Cerca de 300 mulheres formaram hoje uma corrente de solidariedade no centro de Moscovo para apoiar Yulia Navalnaya, esposa do líder da oposição russa, Alexei Navalny, e exigir a libertação de prisioneiros políticos.

Centenas de mulheres juntas em Moscovo em solidariedade com a mulher de Navalny

Centenas de mulheres juntas em Moscovo em solidariedade com a mulher de Navalny

Cerca de 300 mulheres formaram hoje uma corrente de solidariedade no centro de Moscovo para apoiar Yulia Navalnaya, esposa do líder da oposição russa, Alexei Navalny, e exigir a libertação de prisioneiros políticos.

Cerca de 300 mulheres formaram hoje uma corrente de solidariedade no centro de Moscovo para apoiar Yulia Navalnaya, esposa do líder da oposição russa, Alexei Navalny, e exigir a libertação de prisioneiros políticos.

Todas as participantes no evento da Rua Arbat, que durou duas horas e terminou sem prisões, usavam uma fita branca, flores e corações de papel.

“Queremos politizar o Dia dos Namorados e lembrar que o amor é mais forte do que o medo”, referia o anúncio do evento publicado na rede social Facebook.

Em São Petersburgo, cerca de 70 mulheres formaram outra corrente de solidariedade com as mesmas reivindicações expressas pelas manifestantes em Moscovo.

Para esta noite, os apoiantes de Navalny convocaram mais uma ação de solidariedade para com o opositor russo, que prevê o acendimento simultâneo de lanternas na rua.

Os advogados do líder da oposição russa recorreram no dia 12 contra a pena de três anos e meio de prisão que lhe foi imposta em 02 de fevereiro, por um antigo caso de fraude e lavagem de dinheiro.

Navalny foi condenado por não comparecer perante as autoridades em 2020 em relação à pena suspensa que recebeu em 2014, por fraude comercial envolvendo a empresa Yves Rocher Vostok, um julgamento que foi qualificado como arbitrário pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

Yulia Navalnaya foi presa duas vezes no mês passado durante protestos massivos em apoio ao seu marido que ocorreram em 23 e 31 de janeiro, resultando em mais de 11.000 detenções.

 

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