Sobe para 166 número de voos cancelados pela greve da Groundforce em Lisboa

O número de voos de e para o aeroporto de Lisboa cancelados na sequência da greve da Groundforce aumentou para 166, segundo a ANA -Aeroportos de Portugal.

Sobe para 166 número de voos cancelados pela greve da Groundforce em Lisboa

Sobe para 166 número de voos cancelados pela greve da Groundforce em Lisboa

O número de voos de e para o aeroporto de Lisboa cancelados na sequência da greve da Groundforce aumentou para 166, segundo a ANA -Aeroportos de Portugal.

O número de voos de e para o aeroporto de Lisboa cancelados na sequência da greve da Groundforce aumentou para 166, segundo a ANA -Aeroportos de Portugal.

“Devido à greve nos serviços de ‘handling’ da Groundforce, foram cancelados até ao momento, no aeroporto de Lisboa, 77 chegadas e 89 partidas”, precisou fonte oficial da gestora das infraestruturas, adiantando que as companhias que operam com outras empresas de assistência em terra, assim como as que operam no Terminal 2 do aeroporto de Lisboa, “mantêm a sua operação”.

A ANA solicita aos passageiros com voo marcado, para hoje e domingo, que se informem sobre o estado do mesmo, antes de se deslocarem para o aeroporto.

Hoje é o primeiro dia da greve convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), como protesto pela “situação de instabilidade insustentável, no que concerne ao pagamento pontual dos salários e outras componentes pecuniárias” que os trabalhadores da Groundforce enfrentam desde fevereiro de 2021.

A paralisação vai prolongar-se pelos dias 18 e 31 de julho, 01 e 02 de agosto, o que levou a ANA a alertar para constrangimentos nos aeroportos nacionais, cancelamentos e atrasos nos voos assistidos pela Groundforce, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo.

Além desta greve, desde o dia 15 de julho que os trabalhadores da Groundforce estão também a cumprir uma greve às horas extraordinárias, que se prolonga até às 24:00 do dia 31 de outubro de 2021.

A Groundforce é detida em 50,1% pela Pasogal e em 49,9% pelo grupo TAP, que, em 2020, passou a ser detido em 72,5% pelo Estado português.

 

 

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