Metro de Lisboa diz que contrato assinado sábado decorre de adjudicação em janeiro

O Metropolitano de Lisboa esclareceu que o contrato assinado no sábado para aquisição de carruagens e instalação de um novo sistema de sinalização decorre da adjudicação efetuada em janeiro, tendo o valor sido aprovado há um ano.

Metro de Lisboa diz que contrato assinado sábado decorre de adjudicação em janeiro

Metro de Lisboa diz que contrato assinado sábado decorre de adjudicação em janeiro

O Metropolitano de Lisboa esclareceu que o contrato assinado no sábado para aquisição de carruagens e instalação de um novo sistema de sinalização decorre da adjudicação efetuada em janeiro, tendo o valor sido aprovado há um ano.

O Metropolitano de Lisboa esclareceu que o contrato assinado no sábado para aquisição de carruagens e instalação de um novo sistema de sinalização decorre da adjudicação efetuada em janeiro, tendo o valor sido aprovado há um ano.

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“Esta assinatura decorre da adjudicação, efetuada em 24 de janeiro do corrente ano e publicamente divulgada, sendo o último e necessário ato de um concurso de âmbito internacional iniciado em setembro de 2018. Em dezembro de 2018, foi aprovado o valor final de 136 milhões de euros”, lê-se num comunicado do Metropolitano de Lisboa.

Esta manhã, o PCP entregou no parlamento uma pergunta dirigida ao ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno, a exigir explicações sobre o contrato assinado no sábado.

“Como explica o Governo que, dois dias depois de a Assembleia da República ter aprovado no Orçamento do Estado [para 2020] a dar prioridade de investimento à ligação a Loures e a Alcântara/Zona Ocidental de Lisboa, suspendendo e limitando compromissos financeiros relativos a linha circular, seja assinado um contrato especificamente alterado para incluir essa mesma linha”, pergunta o PCP.

Segundo o PCP, o contrato “acabou por ser alterado para passar a incluir as duas novas estações (Estrela e Santos) que integram a nova linha circular”, mudando o valor base de 127,2 milhões de euros para 136,5 milhões de euros.

Na nota do Metropolitano é ainda referido que “o contrato celebrado é regulado pelas normas de contratação pública, constantes do Código dos Contratos Públicos”.

“Concretamente, o contrato assinado prevê a aquisição de um novo sistema de sinalização ferroviária e a aquisição de 14 novas unidades triplas (42 carruagens) ao Agrupamento Stadler Rail Valencia, S.A.U./Siemens Mobility Unipessoal, Lda., pelo valor de 114,5 milhões de euros”, lê-se no comunicado.

O Metropolitano salienta também que este concurso e esta adjudicação são “independentes do concurso lançado, no âmbito do projeto de expansão da rede”, que se designa “Empreitada de Projeto e Construção dos Toscos” para a “concretização do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde (Rato – Cais do Sodré)”.

O concurso para esta empreitada encontra-se “atualmente em curso (em fase de análise e avaliação de propostas)”, não existindo “qualquer adjudicação”, é referido.

No sábado, o Metropolitano tinha já adiantado que o fornecimento das novas carruagens terá entregas faseadas. O plano de trabalhos da proposta prevê que a primeira unidade tripla (três carruagens) seja entregue no segundo semestre de 2022 e que a última fique disponível em final de 2023.

De acordo com o Metropolitano, a aposta nos novos sistemas Communications-Based Train Control (CBTC) – substituindo um sistema da década de 70 e “já obsoleto” – vai permitir um controlo contínuo do movimento dos comboios e um aumento da frequência e da regularidade do serviço público de transporte prestado pelo Metropolitano de Lisboa.

Garantirá, também, de um modo “mais eficaz, a oferta de comboios, em número e frequências mais adaptados às necessidades do serviço público e com segurança acrescida”.

Além das 14 novas unidades triplas estarem equipadas com o CBTC, o contrato para modernização da sinalização ferroviária do Metropolitano de Lisboa engloba a instalação do sistema em 70 comboios já existentes.

Contempla ainda a implementação de funcionalidades de proteção Automatic Train Protection (ATP) e de supervisão Automatic Train Supervision (ATS) em toda a extensão das linhas Azul, Amarela e Verde, bem como a manutenção preventiva e corretiva de todos os equipamentos pelo prazo de três anos após a receção provisória, incluindo toda a mão-de-obra, peças sobressalentes e consumíveis.

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