Covid-19: Biden insiste no uso de máscara e alerta para “inverno muito sombrio”

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, insistiu hoje no apelo para que todos os norte-americanos usem máscaras de proteção individual, alertando que o país enfrenta um “inverno muito sombrio” devido à crescente ameaça do novo coronavírus.

Covid-19: Biden insiste no uso de máscara e alerta para

Covid-19: Biden insiste no uso de máscara e alerta para “inverno muito sombrio”

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, insistiu hoje no apelo para que todos os norte-americanos usem máscaras de proteção individual, alertando que o país enfrenta um “inverno muito sombrio” devido à crescente ameaça do novo coronavírus.

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, insistiu hoje no apelo para que todos os norte-americanos usem máscaras de proteção individual, alertando que o país enfrenta um “inverno muito sombrio” devido à crescente ameaça do novo coronavírus.

“Estamos diante de um inverno muito sombrio”, disse Joe Biden numa intervenção em Wilmington, estado de Delaware, depois de uma reunião com o recém-criado grupo de trabalho para o combate à pandemia da doença covid-19, cuja composição de peritos foi hoje anunciada.

“Peço-vos. Usem máscara”, afirmou o político democrata, insistindo: “Façam-no por vocês. Pelo vosso vizinho. Uma máscara não é uma declaração política, mas é uma boa maneira de começar a unir o país”.

Estas foram as primeiras declarações públicas de Biden depois de ter proferido no sábado (já madrugada de domingo em Lisboa) o seu discurso de vitória nas eleições presidenciais norte-americanas.

O candidato democrata Joe Biden foi anunciado no sábado como vencedor das eleições presidenciais de 03 de novembro, derrotando o candidato republicano e atual Presidente Donald Trump, segundo projeções dos ‘media’ norte-americanos.

No discurso de sábado, Joe Biden apresentou-se como o Presidente que quer “sarar” as feridas do país, “unir” em vez de “dividir” e pôr “fim à era da demonização”.

Donald Trump ainda não reconheceu a derrota eleitoral.

Em relação ao combate da atual crise pandémica, a equipa de Joe Biden, que tomará posse como 46.º Presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2021, já revelou que as principais linhas da estratégia vão passar, entre outros aspetos, pela garantia de um acesso gratuito dos testes de diagnóstico e por uma solução que permita resolver os problemas relacionados com os equipamentos de proteção individual.

Fornecer recomendações “claras, coerentes e fundamentadas em dados comprovados” às comunidades sobre a pandemia da covid-19 e garantir que os recursos chegam a infraestruturas como escolas ou pequenas empresas são outros dos pontos da estratégia delineada pela equipa de Biden, que reforça igualmente a importância do distanciamento físico para travar a propagação do novo coronavírus.

Outros dos pontos será a distribuição “efetiva” dos tratamentos e das futuras vacinas, ação que prevê um investimento de 25 mil milhões de dólares (cerca de 21,1 mil milhões de euros) para as áreas do fabrico e da distribuição de vacinas.

Por último, Joe Biden pretende restabelecer de “imediato” a relação com a Organização Mundial da Saúde (OMS), da qual a administração Trump anunciou a retirada dos Estados Unidos em julho passado após ter acusado a agência da ONU de ter tardado a reagir à pandemia do novo coronavírus.

Apesar de reconhecer que a atuação da OMS “não é perfeita”, Biden considera que a agência da ONU é essencial para coordenar uma resposta global a uma pandemia que já ultrapassou os 50 milhões de casos e já fez pelo menos 1.255.803 mortos em todo o mundo.

Os Estados Unidos são o país mais afetado a nível mundial pela atual pandemia da doença covid-19 em termos absolutos (infetados e vítimas mortais).

No domingo, o país alcançou 9.960.918 casos de infeção confirmados e 237.564 mortes relacionadas com o novo coronavírus, segundo os dados mais recentes da Universidade norte-americana Johns Hopkins.

Este número provisório de mortes excede em muito o limite inferior e está quase a atingir o limite máximo das estimativas iniciais da atual administração norte-americana, que projetava no melhor dos cenários entre 100.000 e 240.000 vítimas mortais associadas à doença covid-19.

 

 

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