Não há incêndios ativos significativos

Portugal continental está sem incêndios ativos significativos, anunciou esta segunda-feira a Proteção Civil, sublinhando, no entanto, que os fogos em Pombal e Ourém, apesar de dominados, são motivo de preocupação

Não há incêndios ativos significativos

Não há incêndios ativos significativos

Portugal continental está sem incêndios ativos significativos, anunciou esta segunda-feira a Proteção Civil, sublinhando, no entanto, que os fogos em Pombal e Ourém, apesar de dominados, são motivo de preocupação

Portugal continental está sem incêndios ativos significativos. O ponto de situação foi feito pelo comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), André Fernandes, pouco depois das 12:00, durante um ‘briefing’ aos jornalistas na sede da ANEPC, em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa. No entanto, alertou que os fogos que deflagaram em Pombal e Ourém, apesar de dominados, são motivo de preocupação devido ao risco de reacendimento.

Portugal continental entrou às 00:00 de hoje em situação de contingência, que deverá terminar às 23:59 de sexta-feira, mas que poderá ser prolongada caso seja necessário.  apesar de dominados, são motivo de preocupação devido ao risco de reacendimento.

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A declaração da situação de contingência foi decidida devido às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para o agravamento do risco de incêndio, com temperaturas que podem ultrapassar os 45º em algumas partes do país, segundo disse, no sábado, o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro.

Em relação ao fogo que começou em Ourém e atingiu Alvaiázere e Ferreira do Zêzere, está em resolução.  “Todo o perímetro do incêndio está em resolução. Tem havido reativações, mas têm sido prontamente debeladas”, revelou à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém. Segundo o CDOS de Santarém, o estado do incêndio passou à fase em resolução pelas 08:00, embora permaneçam no terreno 620 operacionais, apoiados por 202 veículos e seis meios aéreos.

A fonte do CDOS esclareceu que neste incêndio estão contabilizados 44 feridos: 37 agentes de proteção civil (maioritariamente bombeiros) e sete civis. Trinta e cinco daqueles feridos foram assistidos no local. As situações prendem-se, sobretudo, com inalação de fumo e exaustão. Este incêndio começou às 16:37 de quinta-feira, na localidade de Cumeada, na União de Freguesias da Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais.

À agência Lusa, o presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, disse hoje não haver ainda uma estimativa dos prejuízos decorrentes do fogo, mas notou que estes se devem, “essencialmente, a zonas de mato, pinheiro e eucalipto”. “Felizmente, em habitações no nosso concelho não há danos a registar”, declarou Luís Albuquerque, apontando “dois ou três anexos já devolutos” que arderam.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil adiantou, na rede social Facebook, que a área ardida estimada neste incêndio é de 2.084 hectares.

Devido à situação de risco, Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e a Comissão europeia mobilizou, no domingo, dois aviões espanhóis para combater os incêndios no território português.

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