Mulher está grávida há 5 anos e continua a ir trabalhar

Lauren e o marido vivem nos Estados Unidos. “Grávidos” há cinco anos, só irão para casa de licença de maternidade quando tiverem amealhado dias de folga e dinheiro suficientes que lhes permita não estar nos empregos aquando do parto.

Mulher está grávida há 5 anos e continua a ir trabalhar

Lauren e o marido vivem nos Estados Unidos. “Grávidos” há cinco anos, só irão para casa de licença de maternidade quando tiverem amealhado dias de folga e dinheiro suficientes que lhes permita não estar nos empregos aquando do parto.

Lauren é técnica jurídica numa firma de advogados e, apesar de estar grávida de cinco anos, continua a ir trabalhar todos os dias. Como nem ela nem o marido têm direito a licença de maternidade paga, esta norte-americana vai aguentar o filho na barriga até que tenha conseguido poupar folgas e dinheiro suficiente para poder estar em casa após o parto, nas 12 semanas de licença de maternidade previstas na lei.

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Uma em cada 4 mulheres regressa ao trabalho 2 semanas depois do parto

Claro que esta história não é verdadeira. Trata-se de uma campanha da National Partnership for Women & Families que pretende alertar para esta dura realidade na nos Estados Unidos da América. Por lei, nos EUA, as mães têm direito a ficar 12 semanas em casa após o nascimento de um filho, mas sem receber qualquer pagamento durante essa ausência. No país, apenas quatro estados possuem a licença de maternidade paga e “uma em cada quatro mulheres regressa ao trabalho ao fim de duas semanas após ter dado à luz”. “Os Estados Unidos são o único país desenvolvido que não tem licença de maternidade paga”, reclama-se na campanha.

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